O hélice do barco “derrapou”: saiba como resolver esse problema!

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Uma peça aparentemente tão pequena – diante do tamanho de uma embarcação – mas que é de extrema importância para o bom funcionamento da mesma. Hoje vamos novamente falar sobre o hélice do barco. E também citar algumas dicas de como resolver o problema de quando a peça “derrapa”. Confira mais informações sobre o assunto a seguir!

Qual a importância do hélice do barco?

Antes de explicarmos como resolver o problema quando o hélice do barco derrapa, vamos relembrar a importância da peça e como é o funcionamento dela. Já sabemos que o que gera potência para a embarcação navegar é o seu motor, porém o que faz com que essa potência se transforme em força para movimentá-la, são os hélices. 

Essa é a principal função do hélice do barco, transformar a potência do motor em força para gerar impulso e para que o casco navegue perfeitamente. As pás da peça trabalham por diferença de pressão, formando um movimento circular. Essa circunferência é conhecida como o “diâmetro do hélice”. 

O diâmetro do hélice do barco é medido em polegadas ou milímetros, isso é determinado pelo espaço do barco para que as pás possam girar com espaço suficiente para não colidir com nada. Quanto mais pesado for o barco, automaticamente maior será o diâmetro do seu hélice. 

Hoje existem no mercado vários tipos de hélices, de diferentes materiais, tamanhos, modelos, desenhos e preços. E por esse motivo, quem não tem muito conhecimento no assunto pode acabar ficando na dúvida, em qual hélice é o mais indicado para sua embarcação. 

Nesses casos, sempre é recomendado procurar a ajuda de um profissional qualificado para auxiliar na escolha do hélice do barco. Já que é uma peça tão importante e levando em conta que cada tipo de lancha se adapta melhor com um tipo de hélice – a escolha dessa peça deve ser precisa. 

Possíveis problemas com o hélice do barco

Agora que já entendemos um pouco mais sobre o hélice do barco, é hora de saber quais possíveis problemas podem acontecer com a funcionalidade dessa peça. Já que caso os hélices estejam inadequados ou apresentando algum problema, eles poderão acarretar em empecilhos para o motor a sua embarcação. 

Algumas complicações comuns que podem afetar o funcionamento do hélice do barco, é a falta de lubrificação, a corrosão nas engrenagens, emaranhados de linhas de pescador e a ‘’derrapagem’’. 

Como resolver problemas com ‘’derrapagens’’ ?

Sobre os demais possíveis problemas citados acima, temos um conteúdo exclusivo em nosso blog, abordando alguns cuidados que devem ser tomados para evitar esses tipos de problemas: clique aqui para conferir o texto na íntegra. Mas hoje, vamos abordar em específico algumas dicas de como resolver os problemas com as ‘’derrapagens’’. 

1. Aumentar o giro da embarcação e ela não sair do lugar 

Pode acontecer do piloto acelerar seu barco, com isso o giro aumentar, porém a embarcação não sair do lugar. Uma possível explicação para esse caso – é quando acontece um ‘’derrapamento’’ do hélice do barco – é como se as peças não tivessem força suficiente para mover a lancha.  

Isso ocorre quando o hélice não está bem dimensionado com o tamanho da embarcação, ou seja, ele está com pouco espaço para trabalhar – esse problema pode estar associado com lanchas de pé-de-galinha e motor central. 

Para resolver essa situação é bem simples, levando em conta alguns cuidados no processo. A melhor alternativa é trocá-lo por um hélice de diâmetro maior, o que fará com que aumente a área de contato com a água, assegurando um bom funcionamento de todas as peças. 

2. Fenômeno de ventilação 

Outra possível explicação para acontecer o ‘’derrapamento’’ da embarcação é o fenômeno de ventilação, quando o hélice está muito perto da superfície da água e acaba sugando o ar de fora. Esse tipo de problema é mais comum em casos de embarcações com motor de popa e centro-rabeta. 

Se esse for o motivo de ‘’derrapar’’, a solução é baixar o trim e acelerar até que o barco saia do efeito de ventilação. Existem alguns tipos de hélices que permitem trabalhar mais próximas da superfície, como os de aço inox. E se ainda assim restarem dúvidas, é importante consultar um especialista.  


Gostou das dicas? Agora que tal saber mais informações sobre as lanchas FS? Entre no nosso site e conheça de perto. Há mais de 20 anos entregando embarcações inovadoras e com design único para satisfação de você nosso cliente.

Saiba quais são os riscos de navegar em águas rasas

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Independente se você é um marinheiro de primeira viagem ou tem bastante experiência no mundo náutico, é extremamente importante obter o máximo de informações que conseguir sobre os perigos de qualquer tipo de navegação. Por isso, no texto de hoje, vamos abordar quais são os riscos de navegar em águas rasas e te ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto.  

Boa leitura! 

Quais são os riscos de navegar em águas rasas?

Muitas pessoas desconhecem o fato de que é preciso muita atenção ao navegar por águas rasas, existem cuidados que precisam ser tomados antes mesmo de acessar áreas assim. Essas precauções são fundamentais para garantir a segurança da embarcação e de todos os tripulantes presentes nela também. 

Locais de águas rasas apresentam baixa profundidade. Por isso, um espaço pode ser considerado de águas rasas quando a folga entre a quilha e o fundo do mar é inferior a metade do seu calado. Calado é o termo utilizado para nomear o ponto da profundidade até o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação, em relação à superfície da água. 

O calado mede-se verticalmente a partir de um ponto na superfície externa da quilha e a superfície da água. Caso o piloto não saiba que está navegando por águas rasas, a própria embarcação tende a apresentar alguns comportamentos bem perceptíveis e diferentes do seu funcionamento normal.

Veja alguns exemplos a seguir!

  • A embarcação torna-se mais lenta para manobrar;
  • Há maior criação de ondas na proa da embarcação;
  • A embarcação pode começar a vibrar; 
  • Os movimentos de balanço, cabeceio e arfagem diminuem devido ao colchão de água criado abaixo do barco; 

Mais um dos riscos de navegar em águas rasas é a interferência no bom funcionamento de determinadas peças primordiais para a embarcação, como o próprio motor. A areia ou lama do fundo da superfície do mar pode adentrar às peças e assim impedir que elas continuem funcionando. Essa ação pode ser imediata, complicando ainda mais a situação.

Os riscos de navegar em águas rasas acabam colocando à prova a proteção dos tripulantes, o funcionamento adequado do barco, de suas peças e motor, causando um grande prejuízo para você dono da embarcação. 

Sem contar com o risco mais comum no mundo náutico, que é a lancha ficar encalhada nas águas rasas. Que é quando – de forma involuntária – a embarcação fica presa no fundo da superfície do mar, impedindo de continuar navegando. 

Cuidados essenciais para navegar em águas rasas

Temos um conteúdo exclusivo em nosso blog abordando os principais cuidados para a navegação em águas rasas, para conferir na íntegra clique aqui. Mas, antes disso, vamos relembrar quais são as precauções a serem tomadas. 

Estude o caminho a ser percorrido

Se for possível, estude o caminho que irá percorrer durante sua navegação. Assim será mais fácil de identificar possíveis áreas de baixa profundidade. Quanto mais informações o você tiver, mais seguro se torna o trajeto. É preciso aferir se o percurso apresenta caminhos mais estreitos, qual é o clima, qual a velocidade do vento e as ondas.

Você pode solicitar para a marinha a carta náutica da região e também utilizar alguns aplicativos que são específicos para auxiliar na navegação.

Conheça muito bem sua embarcação

Essa é uma dica importante para qualquer tipo de navegação, mas, principalmente, para reduzir os riscos de navegar em águas rasas: conheça muito bem sua embarcação. Somente assim é possível calcular até onde você pode ir e qual caminho é mais seguro de acordo com as características da sua lancha

Velocidade adequada

Grande parte dos acidentes e imprevistos que ocorrem no mundo náutico estão relacionados com a velocidade inadequada no local a ser navegado. E no caso da navegação em águas rasas não é diferente. Se o piloto respeitar a velocidade indicada, será muito mais fácil de controlar e se sair bem de qualquer imprevisto. 

Com essas dicas ficou mais fácil e mais seguro navegar em águas rasas e evitar todos os riscos que essa situação pode trazer. Se você gostou deste conteúdo e gostaria de ficar por dentro de outros assuntos sobre o universo náutico, acesse o site da FS Yachts agora mesmo.