Bateria náutica: qual a mais indicada para sua embarcação?

Compartilhe:

Já falamos em nosso blog sobre a importância de alguns itens fundamentais para uma embarcação, como o motor e o hélice. Mas, hoje, é dia de falar sobre mais uma das peças importantes para o funcionamento do barco, vamos falar sobre a bateria náutica. Como essa peça funciona? Qual sua função? E qual é a mais indicada para a sua embarcação?

Confira mais detalhes a seguir!

Qual é a função da bateria náutica em uma embarcação?

A principal função da bateria náutica nos barcos, lanchas, iates e demais veículos aquáticos, é auxiliar o motor a dar partida e também alimentar a eletricidade da embarcação, servindo como fonte de energia para luzes e equipamentos. 

E para cada finalidade dessas citadas acima é utilizado um tipo de equipamento, ou seja, existem dois tipos de baterias náuticas – as baterias de motor e as baterias de serviços. 

Bateria náutica de motor: serve para fornecer correntes altamente potentes em um breve intervalo de tempo, gerando assim força para o motor da embarcação dar partida. 

Bateria náutica de serviço: auxilia na geração da energia elétrica que é responsável por iluminar a embarcação e por garantir o funcionamento de equipamentos, como: televisão, geladeira, microondas, rádios, GPS, refrigerador, ar condicionado, ventiladores e demais acessórios disponíveis na lancha. 

A principal diferença entre elas é que a bateria náutica de motor gera grandes correntes elétricas em curto período de tempo, enquanto a bateria náutica de serviço gera correntes menores, no entanto por períodos mais longos. 

Quanto tempo dura uma bateria náutica?

A resposta para essa pergunta se torna uma variável, já que depende de vários fatores. Mas de forma geral, a carga da bateria pode durar, em média, 700 ciclos carga\descarga. No entanto, a vida útil da bateria tem duração, na maioria dos casos, de 3 a 4 anos. Para isso, é importante lembrar que vai depender muito dos cuidados com ela, se ela é sempre mantida carregada, se não é utilizada até o fim da carga, entre outros fatores. Além disso, utilizar baterias de primeira é fundamental. 

Como prolongar a vida útil de uma bateria do barco?

Existem determinados cuidados que podem ser tomados para prolongar a vida útil da bateria náutica do seu barco. O primeiro cuidado é o mesmo indicado para todas as peças importantes de uma lancha: mantenha a manutenção em dia. Essa é a forma mais preventiva e segura de cuidar da sua embarcação e manter o bom funcionamento dela. 

Cheque a bateria do barco constantemente, verifique se os cabos estão bem fixos e sem sinais de oxidação, se ela não está superaquecendo, e para preservar ainda mais o estado físico do equipamento, passe vaselina nos polos da peça para aumentar a proteção externa. 

E por falar em superaquecida, quanto maior for a temperatura em que a bateria for submetida, menor será seu tempo de vida útil. Geralmente, as baterias ficam na casa de máquinas da embarcação, um ambiente fechado com muitos equipamentos gerando calor ao mesmo tempo, ou seja, é necessário que esse espaço tenha um bom sistema de exaustão. 

Como escolher a bateria náutica indicada para sua embarcação?

Algumas questões precisam ser avaliadas antes de escolher a bateria náutica da sua embarcação, como: qual será o tempo médio de uso diário dos equipamentos que precisam de energia elétrica? 

Respondendo essa pergunta, ficará mais fácil de você identificar qual será a potência da bateria. Lembrando que é recomendado o uso de baterias com a potência de até duas vezes e meia a mais do que o necessário para seu barco. 

E a melhor forma de analisar isso é conhecendo as medidas “AH” – que é a capacidade de armazenamento de energia em amperes por hora. E “CCA” – que mostra a corrente máxima que ela pode fornecer para o motor de arranque. 

Na hora da compra, conte com a ajuda de um profissional!

Podemos aprender diversas curiosidades sobre a bateria náutica, não é mesmo? Então não deixe para lembrar do equipamento da sua embarcação somente quando ele apresentar problema. Coloque essas dicas em prática e garanta um bom funcionamento de todos os equipamentos da lancha. 

Se você ficou com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato com a equipe da FS Yachts e saiba mais informações também sobre as nossas lanchas! 

Conheça as expressões náuticas que devem ser evitadas

Compartilhe:

Se você já conversou com algum marinheiro e ele utilizou algumas expressões náuticas que você não entendeu – não se preocupe, é muito comum isso acontecer. Os marinheiros costumam usar uma linguagem náutica que acabam aderindo com o passar do tempo. Por isso, no texto de hoje, vamos falar um pouco sobre essas expressões náuticas e quais delas devem ser evitadas.

Vamos conferir mais informações sobre o assunto, a seguir!

Principais expressões náuticas que devem ser evitadas 

Quando estamos envolvidos em alguma área ou atividade, é normal que com o passar do tempo adotemos uma linguagem mais técnica sobre o assunto – e com o mundo náutico e os marinheiros não é diferente. 

Por isso, muitas pessoas leigas e novos marinheiros podem ficar em dúvida sobre determinados termos utilizados como expressões náuticas. Portanto, se você quer ficar por dentro dessa linguagem mais técnica, tem alguns termos que você precisa conhecer e outros que você deve evitar, como, por exemplo: 

Separamos aqui alguns termos que você deve evitar e qual é a forma correta de citá-los conforme a linguagem do mundo náutico.

expressões náuticas

 

Linguagem e expressões náuticas 

Para aqueles que têm interesse em conhecer mais sobre a linguagem do mundo náutico e o que significa cada uma das expressões náuticas utilizadas pelos marinheiros, é possível encontrar na internet alguns dicionários específicos que funcionam também como um guia para iniciantes. 

Separamos uma lista com determinadas expressões náuticas mais utilizadas e qual o significado delas. Confira! 

Partes de um barco

Casco: é todo o corpo da embarcação, a parte principal;

Convés: é a parte de cima do casco, pavimento da primeira coberta;

Bordos: as laterais do barco;

Bombordo: Lado esquerdo, com a proa do barco à nossa frente e a popa atrás;

Boreste: Lado direito, com a proa à nossa frente e a popa atrás; 

Obras-vivas: É a parte do casco que fica embaixo d’água;

Obras-mortas: Parte do casco que fica acima d’água;

Bico de proa: A extremidade do casco na proa;

Casa das máquinas: É onde fica o compartimento do motor, onde permanece o gerador e outros equipamentos; 

Vigias: São as janelas do costado e da superestrutura que servem para dar luz ao espaço;

Escotilhas: Abertura no convés para dar passagem às pessoas para o interior do barco;

Paiol: São armários ou compartimentos para guardar objetos na embarcação;

Cockpit: área comum onde tem o comando do barco e onde as pessoas costumam ficar enquanto navegam. 

Medidas náuticas

Nó (unidade kn):  unidade de medida de velocidade equivalente a uma milha náutica por hora, ou seja 1,852 km/h;

Pé (unidade “ft”): é uma unidade de medida de comprimento, equivale a 30,48 centímetros. Um pé corresponde a 12 polegadas e três pés são uma jarda;

Milha Náutica (unidade NM): é uma unidade de medida de comprimento ou distância, equivalente a 1.852 metros; 

Termos técnicos para navegar

Guinar: virar a embarcação para bombordo ou boreste;

Arribar: afastar a proa da linha do vento;

Orçar: aproximar a proa da linha do vento;

Fundear: lançar a âncora;

Caçar: puxar um cabo;

Folgar: dar mais cabo;

Barlavento: sentido de onde o vento vem;

Sotavento: sentido para onde o vento vai;

Cambar: mudar de um bordo para outro; rodar a linha de vento pela popa;

Rumo: direção e o sentido que uma embarcação segue para ir de um ponto a outro; 

Proa: direção para onde a proa está apontando; 

Marinheiros

Existem diferentes categorias da carteira de habilitação para pilotar embarcações, sendo pré-requisito adquirir elas nessa ordem: 

  • Arrais amador: permite pilotar barcos em águas abrigadas, como rios, lagos, lagoas e baías, em uso recreativo; 
  • Mestre amador: para pilotar também por áreas costeiras;
  • Motonauta: marinheiros que buscam pilotar motos aquáticas; 
  • Capitão amador: autoriza a navegação por qualquer mar e oceano;

Com essas dicas sobre as expressões náuticas, você já pode passar da categoria de uma pessoa leiga para iniciante, não é mesmo? Agora ficou mais fácil de compreender os assuntos do mundo náutico sem cometer nenhuma gafe. 

Se você gostou deste conteúdo, siga a FS Yachts nas redes sociais e confira muitos outros temas no nosso blog. Acompanhe nossos textos pelo Facebook e Instagram.

O hélice do barco “derrapou”: saiba como resolver esse problema!

Compartilhe:

Uma peça aparentemente tão pequena – diante do tamanho de uma embarcação – mas que é de extrema importância para o bom funcionamento da mesma. Hoje vamos novamente falar sobre o hélice do barco. E também citar algumas dicas de como resolver o problema de quando a peça “derrapa”. Confira mais informações sobre o assunto a seguir!

Qual a importância do hélice do barco?

Antes de explicarmos como resolver o problema quando o hélice do barco derrapa, vamos relembrar a importância da peça e como é o funcionamento dela. Já sabemos que o que gera potência para a embarcação navegar é o seu motor, porém o que faz com que essa potência se transforme em força para movimentá-la, são os hélices. 

Essa é a principal função do hélice do barco, transformar a potência do motor em força para gerar impulso e para que o casco navegue perfeitamente. As pás da peça trabalham por diferença de pressão, formando um movimento circular. Essa circunferência é conhecida como o “diâmetro do hélice”. 

O diâmetro do hélice do barco é medido em polegadas ou milímetros, isso é determinado pelo espaço do barco para que as pás possam girar com espaço suficiente para não colidir com nada. Quanto mais pesado for o barco, automaticamente maior será o diâmetro do seu hélice. 

Hoje existem no mercado vários tipos de hélices, de diferentes materiais, tamanhos, modelos, desenhos e preços. E por esse motivo, quem não tem muito conhecimento no assunto pode acabar ficando na dúvida, em qual hélice é o mais indicado para sua embarcação. 

Nesses casos, sempre é recomendado procurar a ajuda de um profissional qualificado para auxiliar na escolha do hélice do barco. Já que é uma peça tão importante e levando em conta que cada tipo de lancha se adapta melhor com um tipo de hélice – a escolha dessa peça deve ser precisa. 

Possíveis problemas com o hélice do barco

Agora que já entendemos um pouco mais sobre o hélice do barco, é hora de saber quais possíveis problemas podem acontecer com a funcionalidade dessa peça. Já que caso os hélices estejam inadequados ou apresentando algum problema, eles poderão acarretar em empecilhos para o motor a sua embarcação. 

Algumas complicações comuns que podem afetar o funcionamento do hélice do barco, é a falta de lubrificação, a corrosão nas engrenagens, emaranhados de linhas de pescador e a ‘’derrapagem’’. 

Como resolver problemas com ‘’derrapagens’’ ?

Sobre os demais possíveis problemas citados acima, temos um conteúdo exclusivo em nosso blog, abordando alguns cuidados que devem ser tomados para evitar esses tipos de problemas: clique aqui para conferir o texto na íntegra. Mas hoje, vamos abordar em específico algumas dicas de como resolver os problemas com as ‘’derrapagens’’. 

1. Aumentar o giro da embarcação e ela não sair do lugar 

Pode acontecer do piloto acelerar seu barco, com isso o giro aumentar, porém a embarcação não sair do lugar. Uma possível explicação para esse caso – é quando acontece um ‘’derrapamento’’ do hélice do barco – é como se as peças não tivessem força suficiente para mover a lancha.  

Isso ocorre quando o hélice não está bem dimensionado com o tamanho da embarcação, ou seja, ele está com pouco espaço para trabalhar – esse problema pode estar associado com lanchas de pé-de-galinha e motor central. 

Para resolver essa situação é bem simples, levando em conta alguns cuidados no processo. A melhor alternativa é trocá-lo por um hélice de diâmetro maior, o que fará com que aumente a área de contato com a água, assegurando um bom funcionamento de todas as peças. 

2. Fenômeno de ventilação 

Outra possível explicação para acontecer o ‘’derrapamento’’ da embarcação é o fenômeno de ventilação, quando o hélice está muito perto da superfície da água e acaba sugando o ar de fora. Esse tipo de problema é mais comum em casos de embarcações com motor de popa e centro-rabeta. 

Se esse for o motivo de ‘’derrapar’’, a solução é baixar o trim e acelerar até que o barco saia do efeito de ventilação. Existem alguns tipos de hélices que permitem trabalhar mais próximas da superfície, como os de aço inox. E se ainda assim restarem dúvidas, é importante consultar um especialista.  


Gostou das dicas? Agora que tal saber mais informações sobre as lanchas FS? Entre no nosso site e conheça de perto. Há mais de 20 anos entregando embarcações inovadoras e com design único para satisfação de você nosso cliente.

Conheça os principais cuidados com a hélice do seu barco

Compartilhe:

Muito se fala que a manutenção preventiva de uma embarcação é de extrema importância. No entanto, há um item em específico que pouco é lembrado durante o serviço, mas que exige muita atenção e cuidado em um barco: a hélice. Por isso, no texto de hoje, vamos abordar quais os principais cuidados com a hélice e qual a importância de mantê-la em bom funcionamento. Acompanhe a seguir! 

 

Para que serve a hélice de uma embarcação?

 

Vamos começar entendendo qual a importância da hélice em uma embarcação. O papel do equipamento é imprescindível e de extrema importância em um barco. A hélice é nada mais nada menos que a responsável por transformar toda a energia gerada pelos motores em força, para impulsionar o casco da embarcação. 

Por esse motivo, não resolve ter a melhor lancha, com motores super potentes, se a hélice não estiver funcionando perfeitamente. Essa peça interfere na eficiência do barco, assim como na aceleração, na força e no consumo. Por esse e por muitos outros motivos, é essencial manter os cuidados com a hélice sempre em dia. 

 

Quais são os principais cuidados com a hélice?

 

Para fazer uma análise simples. Comparando aos transportes terrestres, os cuidados com a hélice se equivalem as precauções que devem ser tomadas com as rodas dos automóveis. A hélice também sofre um desgaste natural com o uso constante, desgaste esse que resulta em um mau funcionamento do equipamento.

Por isso, assim como em todas as demais peças importantes em uma embarcação, a hélice precisa de manutenção preventiva. O recomendado é que seja feita a cada seis meses. Esse é o tempo ideal para que a lubrificação da peça seja reforçada, ou uma revisão mais detalhada para identificar se há necessidade de fazer alinhamento, balanceamento ou recuperação das hélices. 

Lembrando que qualquer um desses procedimentos – alinhamento, balanceamento e recuperação – precisam ser realizados por uma empresa especializada, que garanta a eficiência dos serviços prestados e a qualidade das peças que foram utilizadas na manutenção. 

Mas, além dessas manutenções periódicas, existem alguns cuidados com a hélice que o próprio dono da embarcação pode ter, como fazer uma verificação simples antes de qualquer viagem – começando pelas pás, que não podem estar tortas, amassadas ou trincadas, por exemplo. 

 

Como realizar uma manutenção preventiva na hélice da embarcação?

 

Após verificar as pás como citado acima, é preciso retirar a hélice da embarcação para verificar o retentor e as partes internas da peça: 

 

  • A hélice possui uma cupilha que pode ser retirada facilmente com um alicate.
  • Após retirar a cupilha, é necessário remover a porca, o serviço deve ser feito com uma chave específica para esse tipo de peça.
  • Após remover a porca, é preciso retirar a hélice da embarcação (caso não saia, é porque provavelmente já passou do tempo de ser realizada a manutenção básica).
  • O quarto passo é realizar a limpeza do eixo da hélice, para retirar resíduos de outros produtos e também o acúmulo de sal.
  • Após realizada a limpeza, deve-se verificar a existência de linhas de nylon, de pescas (caso encontradas, precisam ser retiradas) e, após isso, deve-se aplicar um produto lubrificante.
  • Pode-se utilizar vaselina para lubrificação, pois ajuda a ter menos acúmulo de sal ou usar também graxa, que deixa a peça lubrificada por mais tempo. 

 

 

Quais as consequências caso não sejam realizados os cuidados com a hélice?

 

Em casos que os cuidados com a hélice não são colocados em prática, podem ser ocasionados graves problemas no motor da embarcação, assim como danos em outras peças e sistemas, como quando não é realizada a manutenção, a lubrificação da hélice se acaba, o que pode causar uma corrosão da engrenagem da peça – o que faz com que a hélice praticamente grude no motor, dificultando a sua remoção. 

Outro exemplo é quando se enrosca linha de pesca no retentor – se não retirada – ela pode ocasionar vazamento de óleo da rabeta e infiltração de água salgada nas engrenagens internas, causando assim a perda da rabeta. 

 

Gostou das dicas sobre quais são os principais cuidados com a hélice do seu barco? Então, te convidamos a conhecer as embarcações do estaleiro FS Yachts e escolher a sua preferida! Temos modelos para todos os gostos, com a qualidade já conhecida de uma lancha FS. Entre em contato com a nossa equipe agora mesmo e saiba mais informações.