Navegar com cachorros: confira 4 dicas para a prática

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Você provavelmente já leva alguns de seus amigos e familiares para os passeios de barco, certo? Afinal, ter a companhia de quem nós gostamos em bons momentos da vida faz eles serem ainda melhores. Porém, você já pensou que é possível levar o seu companheiro de 4 patas também? É isso mesmo: com os devidos cuidados, navegar com cachorros pode ser uma realidade para todos que desejarem.

Para quem nunca nem pensou na possibilidade de navegar com cachorros, a atividade pode ser muito divertida, especialmente se o cão gostar de água tanto quanto o dono. No entanto, como citamos acima, certas precauções precisam ser tomadas. Ninguém quer que o seu melhor amigo fique desconfortável ou se machuque, não é mesmo?

No guia que a FS Yachts trouxe hoje, nós falaremos mais sobre como navegar com cachorros. Para que você possa aproveitar com tranquilidade e proporcionar tal experiência ao seu amigo, a FS Yachts selecionou algumas dicas de conforto e bem estar para você e seus filhinhos de 4 patas à bordo. Além disso, você verá também relatos de pessoas que já navegam com seus cães. Confira abaixo!

 

navegar com cachorros

 

4 dicas para navegar com cachorros

 

  • Deixe seu cão se acostumar

Se a ideia de subir à bordo pela primeira vez assusta muitas pessoas e, em alguns casos, até provoca enjoos, imagine cachorros. Buscando evitar que eles estranhem o novo espaço, o balanço do mar e não se sintam bem, o ideal é que os cães conheçam o barco primeiro.

Uma ideia do que pode ser feito é deixar que ele suba no barco ancorado com você. Caso ele goste do ambiente, se sinta familiarizado e mostre empolgação, temos uma boa notícia: provavelmente não haverá problemas quando a hora do passeio chegar.

 

  • Sempre leve colete salva-vidas

A primeira dica de segurança para todas as navegações com pessoas é a de levar consigo pelo menos um colete salva-vidas por passageiro. Para navegar com cachorros, a regra não é diferente. Até porque, em qualquer situação, nossa principal preocupação sempre será a proteção dos nossos amados.

Disponíveis na internet e em sites de compras de acessórios para cachorros, bons coletes podem ser facilmente encontrados e adquiridos. Vale citar que certos modelos contam com uma alça, a qual auxilia uma retirada mais rápida do cão da água se for necessário.

 

  • Leve comida e água

Como você pode perceber, muitas das dicas dadas a nós também se aplicam para nossos amigos. No caso da comida, tenha sempre em mãos alguns petiscos. Nas primeiras vezes, eles podem ser grandes aliados, ensinando e fazendo com que o cão se acostume com os novos barulhos.

Quanto à água, deixe tudo que for levado em temperaturas mais geladas. Isso porque a embarcação fica constantemente exposta ao sol, o que acelera o esquentar da água e causa muita sede. Além disso, não se esqueça: se você sente o calor, imagine aqueles que são cobertos de pelos.

 

navegar com cachorros

 

  • Leve acessórios e esteja sempre pronto

Independente da situação, nós nunca sabemos o que pode acontecer. Justamente por isso, é importante estar com todos os tipos de acessórios no barco. Alguns exemplos são toalhas para secar os cães que gostam de entrar na água, saquinhos para recolher o cocô e, talvez o mais indispensável de todos, um kit de primeiros socorros para agir mais rapidamente em emergências.

 

Relatos de quem já leva seu cão para o mar

Ainda não tem certeza se navegar com cachorros é uma boa ideia? Não tem problema! Aqui na FS nós conversamos com a Luciana – mãe do Esqueleto e do Vingador (que possuem o próprio Instagram), com a Nefertiti – mãe do Dodge e do Jeep e trouxemos algumas imagens das experiências delas com seus companheiros à bordo. Confira as imagens abaixo:

 

 

Além disso, muitas das dicas que trouxemos foram dadas por elas. Isso significa que todas já foram postas em prática e são os melhores conselhos que você poderá ter.

Por fim, gostaríamos de agradecer à Luciana e à Nefertiti por todas as informações e pelas fotos. Graças a vocês, muitas outras famílias poderão ser ainda mais felizes!

 

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5 dicas para escolher o melhor nome para barco

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A FS Yachts já te contou todos os fatores que vêm junto com uma embarcação na hora de sua compra, seja ele a manutenção, o armazenamento ou a habilitação. Porém, existe mais um detalhe que não deve ser esquecido: o nome para barco. Sua importância é tão grande pois ele ajuda a criar uma identidade. Afinal, você quer que a sua embarcação seja única, certo?

Um nome para barco bem escolhido faz toda a diferença. Para quem navega, a sensação de falar que está indo passear com a “Estrela do Mar” é muito melhor do que com o “meu barco”, por exemplo. Além disso, a identidade criada que citamos aproxima a embarcação do proprietário, fazendo com que ela seja até mesmo parte da família.

Neste guia que a FS Yachts preparou e trouxe para você hoje, nós iremos ajudar aqueles que ainda não têm certeza da melhor opção de nome para barco. Através de 5 dicas mais práticas, você verá que esta não precisa ser uma dúvida tão grande assim, e que escolher um bom nome pode ser fácil. Continue a leitura e confira!

 

Por que nomeamos embarcações?

A tradição de nomear barcos não é nova: existe um senso comum de que o hábito remonta aos antigos povos egípcios, gregos e romanos. A história diz que o costume de dar nomes tem origens supersticiosas, visto que eles eram escolhidos para afastar a má sorte, agradar os deuses e garantir uma viagem sem maiores perigos.

Com o passar dos anos, o comportamento se manteve, sendo muito comum até os dias de hoje.

 

5 dicas para escolher o nome para barco

 

  • Nomes curtos são um ótimo caminho

Existem algumas vantagens em batizar o seu barco com nomes pequenos. Um bom nome, quando curto, garante um maior impacto em quem ouve ou lê, fazendo com que seu barco se destaque e seja lembrado com maior facilidade. Além disso, existe uma questão que diz respeito à segurança: no caso de emergências, é mais fácil de soletrar o nome do barco no seu comunicador.

 

  • Considere mais de uma opção

Quando buscamos pelo melhor nome para barco, esta dica vale ouro. Sim, você pode ter encontrado um nome razoável para a sua embarcação, mas por que não buscar um ótimo? Como a empolgação após adquirir o primeiro barco é grande, muitas decisões podem ser tomadas com certa pressa, o que não é o ideal. Neste caso, considere várias opções e, com certeza, você acabará com a melhor delas.

Considere ainda que, caso já exista outra embarcação registrada com o nome escolhido, você ficará com o número II, III, ou o próximo da lista. Por exemplo, se você escolher o nome “Meu Escritório” para registro, provavelmente ficará com o nome “Meu Escritório XIV” ou “Meu Escritório XV”, devido à popularidade do nome.

 

  • Relacione a outras atividades que você gosta

Você gosta de música? Por que não dar o nome inspirado em uma canção ou artista? É muito fã de futebol? Que tal homenagear o time do seu coração? Nestas horas, para deixar a sua experiência navegando ainda melhor, relacionar diferentes hobbies pode ser uma ótima alternativa.

Há ainda a possibilidade de, caso tenha uma empresa e queira fazer marketing gratuito, colocar o nome e logotipo da empresa como o nome da lancha. Aproveite os momentos na água pra fazer amigos e negócios!

 

  • Fique atento às superstições

Se o seu caso for o de “reescolher” o nome para barco, fique atento a esta dica. Como você sabe, o mundo náutico é repleto das mais diferentes superstições. Reza a lenda que, para que o nome seja trocado, é preciso apagar todos os registros escritos existentes do nome anterior. Além disso, deve-se fazer uma celebração com vinho e champanhe para oficializar o novo nome perante os deuses.

 

  • Pense naqueles que você ama

Temos aqui a situação mais comum entre donos de embarcações. Já parou para pensar em quantas vezes você já viu algum barco com nome próprio? É muito provável que ele tenha herdado o nome de algum ente querido, seja mãe, pai, filho, filha, enfim. Da mesma forma que você pode homenagear um artista ou um time, um familiar é uma ideia ainda melhor.

 

E aí, já teve alguma ideia de nome para barco? Nossas dicas foram úteis? Para continuar acompanhando os conteúdos da FS Yachts, siga nossas redes sociais! Nós estamos no Facebook e no Instagram!

5 maneiras de prevenir e combater o enjoo em alto mar

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Diferentes motivos nos levam a passeios marítimos. Seja em uma volta de final de semana com a família, uma festa com os amigos em uma lancha ou uma tarde de pescaria, as embarcações promovem momentos únicos. No entanto, problemas com enjoo em alto mar são comuns a muitas pessoas, o que pode comprometer as viagens.

Ainda que, quando o enjoo bate, ele pareça ser um transtorno incontornável, existem certas medidas que podem ser tomadas para ajudar no combate do empecilho. Para os que não querem nem chegar perto de passar pela situação, há também algumas ações prévias. Em resumo, é possível fazer com que o enjoo em alto mar não seja uma adversidade no seu passeio.

No material que a FS Yachts preparou para você hoje, nós iremos te mostrar porque o enjoo em alto mar acontece, explicar como evitá-lo antes de entrar em um barco e dar dicas para combatê-lo caso ele chegue a acontecer. Continue a leitura abaixo e confira!

 

Por que sentimos enjoo em alto mar?

O enjoo em alto mar, tecnicamente conhecido como cinetose, é um incômodo causado por um transtorno no interior do ouvido. Isso acontece porque o balanço das ondas confunde o labirinto – sistema de cavidades responsável pelo nosso equilíbrio.

Como o movimento de uma embarcação no mar é irregular e faz a posição de quem está dentro dela variar desordenadamente, o equilíbrio é afetado. Graças ao desequilíbrio, nosso sistema digestivo também sofre, fazendo o estômago ficar pesado e, consequentemente, causando o enjoo.

 

enjoo em alto mar

 

Prevenindo o enjoo em alto mar

A prevenção não só é a melhor maneira de evitar o enjoo, como também é relativamente simples. Veja algumas medidas que podem ser tomadas:

 

  • Alimentação balanceada

Ingerir bebidas alcoólicas, cafeína e comidas muito temperadas e gordurosas está proibido antes de um passeio marítimo. A alimentação prévia ideal é composta de proteínas como frango e peixe e bastante água. Vale citar que comer é indispensável. Navegar de estômago vazio pode causar os mesmos efeitos, por vezes até em pior intensidade.

 

  • Remédios anti-histamínicos

Atuando na parte do cérebro responsável pelos enjoos e náuseas, os anti-histamínicos são uma ótima alternativa pré-navegação. Um detalhe importante é que eles são encontrados com facilidade em qualquer farmácia e não precisam de receita. Os remédios devem ser tomados cerca de 1 hora antes de embarcar. Quando tomados já em alto mar, apresentam eficácia baixa.

 

  • Evite leituras

Aqui a dica vale tanto para livros, jornais e revistas quanto meios digitais como celulares e notebooks. Mesmo que ler ou estar conectado possa servir como distração, o ideal é evitar. Isso porque os olhos e o cérebro se confundem com a combinação das palavras paradas e todo o resto se mexendo, piorando ainda mais a desorientação e o desequilíbrio.

 

Combatendo o enjoo em alto mar

Caso você não tenha tomado as medidas acima, independente do motivo, existem outras saídas. Ainda que não sejam tão efetivas, elas são melhores que não fazer nada. Veja o que pode ser feito para combater o enjoo em alto mar:

 

  • Olhe para um ponto fixo

Para quem já está enjoado e quer melhorar, uma boa dica é fixar o olhar no horizonte. Ele, ao contrário do mar e da embarcação, não se move, fazendo com que o cérebro não se confunda tanto. Esta solução, além de ser simples, pode ser de grande ajuda.

 

  • Troque de assento

A última dica pode ser feita tanto para prevenção quanto para combate. É de conhecimento comum que o centro do barco é a parte dele que menos sofre com os movimentos do mar. Se você acha que irá sofrer enjoos ou já estiver sofrendo, procure ficar em um destes assentos.

 

enjoo em alto mar

 

Agora que você já sabe como prevenir e como combater o enjoo em alto mar, pode garantir que seus passeios sejam ainda melhores! Gostou do conteúdo de hoje? Para continuar sabendo de tudo sobre o universo marítimo, acompanhe a FS Yachts no Facebook e no Instagram!

Conheça os 4 mais importantes nós para marinheiros

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As funções dos nós para marinheiros são variadas, indo desde a básica de prender o cabo a um objeto até à de unir dois cabos iguais ou diferentes. Como a maioria dos comandos feitos em uma embarcação é manual, é muito importante que o marinheiro tenha o mínimo conhecimento a respeito deles.

Se você se interessa pelo assunto e quer saber mais sobre os nós para marinheiros, suas funções, quais são os indispensáveis e como fazer cada um deles, o guia de hoje foi feito para você, que quer  entrar ainda mais no mundo náutico. Confira!

 

essenciais nós para marinheiros

 

Nó de cunho

Se existe um só nó que você precisa saber, e que sem dúvida usará em 100% das vezes que sair para navegar, é o nó de cunho, que, como o próprio nome sugere, é usado para amarrar o chicote de um cabo a um cunho.

Mesmo sendo conhecido e importante, muitos navegadores iniciantes não o fazem da maneira correta, comumente apenas trançando o cabo sem dar muita atenção. Existe, no entanto, o jeito certo de se fazer o nó, o qual você pode conferir na imagem abaixo.

 

nós para marinheiros cunho

Para ficar ainda mais claro, veja o pessoal do canal Hashtag Sal ensinando como fazer um nó de cunho:

 

 

Nó direito

O nó direito é utilizado para unir dois ou mais cabos, e perfeito para unir cabos iguais, tanto em diâmetro quanto em material. Este nó é muito útil para juntar cabos que se romperam ou fazer um cabo maior. Veja como fazê-lo:

 

nós para marinheiros direito

Abaixo, um vídeo do canal Guia de Nós – Knoting Guide ensinando a fazer perfeitamente um nó direito:

 

Nó de defensa

O nó de defensa serve para amarrar as defensas do barco. As defensas são “bóias” feitas para proteger o costado da embarcação de contato quando você vai atracar em um píer/trapiche ou em outras embarcações.. Também conhecido como volta do fiel, o nó de defensa é feito assim:

 

nós para marinheiros defensa

Confira o vídeo do canal espanhol SailandTrip ensinando como fazer o nó de defensa:

 

Lais de guia

Este é, definitivamente, o nó mais famoso e mais usado. Isso não acontece à toa, afinal ele serve como coringa para praticamente qualquer situação, graças à sua resistência e facilidade de desmanche quando necessário. Alguns de seus usos comuns são prender a corda em âncoras e amarrar o barco em píeres. Veja o lais de guia abaixo.

nós para marinheiros lais de guia

 

Veja novamente os integrantes do canal Hashtag Sal, desta vez ensinando a fazer o lais de guia:

 

 

Gostou das curiosidades sobre nós para marinheiros? Se quiser saber mais sobre barcos e o universo náutico em geral, siga a FS Yachts no Facebook e no Instagram!

Como tirar a carteira de habilitação náutica?

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Para que se possa navegar em um barco com segurança e tranquilidade, certas precauções precisam ser tomadas. Enquanto a maioria delas diz respeito à embarcação em si, outras tratam especificamente do piloto. Ter a manutenção da lancha em dia é importantíssimo e é algo que não pode ser negligenciado, mas nada supera a relevância da habilitação náutica.

Além de a habilitação atestar que o piloto sabe o que deve fazer em qualquer situação e os processos até ela ensinarem o essencial sobre navegação, a carteira náutica é prevista por lei, e a sua falta pode trazer consequências sérias. A multa para quem for pego sem possuir a habilitação náutica é de a partir de 2 mil reais. Isto sem contar, é claro, nos riscos de acidentes.

Buscando trazer mais informações e destacar a importância de ser um piloto habilitado, a FS Yachts trouxe para você o guia de hoje. Abaixo nós falamos sobre todos os processos necessários para se obter a licença, desde os documentos até os estudos e provas exigidos. Tiramos também algumas dúvidas sobre as categorias, sendo as principais arrais amador, mestre e capitão. Continue a leitura e confira!

 

Documentos e exigências

Muitas pessoas pensam que o caminho para a obtenção da habilitação náutica é longo e cheio de burocracias, mas não é bem assim. Existem, sim, algumas exigências e, antes mesmo de pensar em partir para os próximos processos, o futuro marinheiro precisa cumprir alguns pré-requisitos:

  • Ter 18 anos completos.
  • Ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou apresentar um atestado médico que comprove a plenitude das faculdades físicas e mentais.

 

Escola Náutica

O próximo passo é encontrar as escolas náuticas de sua região. Procure na internet ou converse nas marinas: em todas as regiões que existem barcos, também há escolas náuticas. A escola irá agendar as aulas teóricas e as aulas práticas na embarcação e/ou moto aquática.

 

Estudos e outros procedimentos

Após as aulas, a escola náutica irá agendar a data de realização da prova teórica na Capitania dos Portos de sua região. A prova conta com 40 questões, e é preciso acertar pelo menos metade delas para ser aprovado. No caso de reprovação, o exame pode ser realizado novamente.

Para não passar por problemas, o recomendado é que se atente às aulas da Escola Náutica e à apostila fornecida.

Diferentemente da prova para a obtenção da CHN, a CHA (carteira de habilitação de amador) não exige prova prática, somente as aulas. O resultado da prova teórica sai em cerca de uma semana, a habilitação fica pronta em até um mês e possui validade de 10 anos.

 

Categorias de habilitação náutica

Aqui é comum que hajam algumas dúvidas. Assim como acontece com a habilitação terrestre, existem diferentes categorias para diferentes modalidades de piloto. Entenda:

 

Arrais Amador

É a categoria básica e a mais procurada por aspirantes a marinheiro. A habilitação náutica de arrais amador permite a condução de barcos em águas abrigadas, como rios, lagos, lagoas e baías, em uso recreativo.

Uma confusão comum em relação à “águas abrigadas” é de que não se pode navegar no mar, mas na verdade o arrais amador permite navegação no mar com certas limitações.

Veja, por exemplo, os limites de navegação abrigada na região do Litoral Norte de São Paulo:

 

habilitação náutica área arrais 1

 

Aqui, os limites de navegação abrigada na região de Ilhabela/SP, em que você também pode navegar somente com o arrais:

 

habilitação náutica área arrais 2

 

Em Florianópolis/SC, veja que você pode dar uma volta à ilha somente com o arrais amador, desde que com cuidado e se mantendo próximo à ilha:

 

habilitação náutica área arrais 3

 

Repare que cada região de mar tem os limites de navegação delimitados pela capitania dos portos local.

 

Mestre Amador

Já o mestre amador vai um pouco além. A mais que o anterior, ele pode também navegar por áreas costeiras. Vale lembrar que para ser um mestre amador, é preciso ser arrais amador primeiro.

O mestre amador pode navegar a até 20 milhas da costa

 

habilitação náutica área mestre

 

Esse é o ponto em que, basicamente, a praia já praticamente desaparece do horizonte devido à curvatura da Terra. Apesar de permitido por mestre amador, o estaleiro FS Yachts recomenda, por questões de segurança, a navegação de longas distância somente com embarcações equipadas com 2 motores.

 

Capitão Amador

Por último, a habilitação náutica de capitão é o limite dos amadores. Com ela, fica autorizada a navegação por qualquer mar e oceano. Seguindo os exemplos das outras categorias, para ser capitão amador, é necessário ser mestre amador.

O capitão amador pode navegar em águas abrigadas, águas costeiras, e mar aberto. Na prática, não há limites de navegação para o capitão amador.

 

habilitação náutica área capitão

 

Motonauta

Desde 2012, existe uma habilitação específica para pilotar motos aquática, é a categoria “Motonauta”. Desde então, a carteira de amador não permite mais pilotar esta categoria de embarcações. Portanto, caso tenha interesse em navegar com motos aquáticas (jet-skis), já se inscreva para tirar a habilitação de arrais amador e motonauta.

 

Gostou do nosso conteúdo de hoje? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a FS Yachts, estamos sempre prontos para atendê-lo!

Checklist: 11 itens que você precisa levar para um passeio de barco

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Um passeio de barco pode ser um momento inesquecível na vida de muitas pessoas. Para quem ainda não tem esse costume, é a oportunidade de conhecer e se encantar com as maravilhas do mundo náutico. Já para quem navega regularmente, é mais um dia vivido fazendo o que ama.

No entanto, ainda mais que em qualquer outro tipo de passeio, uma boa preparação deve ser feita. Dependendendo do destino e do tamanho da viagem, é possível que o dia inteiro seja passado no barco, e você provavelmente não gostaria de lembrar de algo que deveria ter levado apenas depois de estar em alto mar.

Enquanto alguns acessórios de segurança como bóias e coletes salva-vidas devem, por obrigação, estar contidos em qualquer barco, outros itens de precaução mais pessoais são de responsabilidade de cada passageiro. Portanto, se você está prestes a embarcar em um passeio de barco e ainda não sabe muito bem o que levar, fique atento.

No texto de hoje, a FS Yachts trouxe para você um pequeno guia com o que levar na hora do passeio de barco. Como alguns dos itens mais importantes podem acabar passando despercebidos a quem não planeja com tanta atenção, recomendamos que você continue a leitura abaixo e deixe tudo preparado para uma ótima viagem. Confira!  

 

passeio de barco

 

Comida

Como citamos acima, é comum que um passeio de barco tenha a duração de um dia inteiro, o que inclui os horários de refeições. Normalmente apenas embarcações maiores contam com fogão e microondas, então o ideal a se levar são alimentos que não precisem de preparo, como industrializados, salgadinhos e frutas.

Para evitar um mal-estar desnecessário, evite comidas que sejam muito pesadas. Outra recomendação válida aqui é nunca embarcar de estômago vazio, especialmente se você tiver problemas com enjoo.

Em resumo, as comidas mais comuns de se levar a bordo em passeios diurnos são:

  • Salgadinhos (Doritos, Ruffles, Pringles)
  • Barras de proteínas
  • Frutas (maçãs, bananas, uvas)
  • Sanduíches preparados em casa

 

passeio de barco comida

 

Bebida

Tudo que vale para as comidas vale para as bebidas. Apenas com uma pequena e crucial diferença: a quantidade. Passeios em dias ensolarados podem dar muita sede e exigem hidratação. Sendo assim, leve bastante água; é melhor sobrar do que faltar.

Além da necessidade de água para hidratar, um passeio de barco propicia momentos de integração que podem ser complementados com outras bebidas. Sucos, refrigerantes e drinks alcoólicos são algumas das mais comuns.

Um ponto de atenção é sempre evitar garrafas e recipientes de vidro na embarcação, seja pela dificuldade em jogar no lixo após esvaziar, como pelo risco de quebrar a bordo e causar incômodos.

E nunca se esqueça de levar gelo, tanto para as bebidas quanto para colocar na geleira da embarcação!

As bebidas não-alcoólicas mais comuns de se levar a bordo em passeios diurnos são:

  • Água (leve sempre muita, muita água)
  • Refrigerantes (em especial Coca-cola, que ajuda no enjoo a bordo)
  • Sucos integrais (evitando sempre garrafas de vidro)

 

passeio de barco bebida

 

Roupas e acessórios

Passeios de barco, por serem normalmente feitos no mar, exigem roupas adequadas. Não é recomendado, por exemplo, vestir calças ou outras peças jeans, pois elas absorvem muita água e ficam extremamente pesadas.

Bermudas, shorts e camisetas leves e folgadas são a pedida perfeita, além de roupas de banho e conjuntos de roupas reservas no caso de se molhar.  E, é claro, os acessórios. Para quem quer se proteger do sol, chapéus e óculos escuros são indispensáveis. Caso o passeio for até à noite, um casaco leve também é uma ótima opção.

Lembre-se sempre de levar:

  • Roupas para entrar na água
  • Roupas para colocar após se secar
  • Óculos de sol
  • Boné ou viseira
  • Uma blusa leve impermeável (windbreaker/corta-vento) para o final de tarde
  • Toalha

 

passeio de barco roupas

 

Higiene e cuidados

Nunca deixe de levar sempre protetor solar, lenços de papel para higiene pessoal e toalha para se secar.

Evite levar bronzeador em uma embarcação. Ele tende a “amarelar” o gelcoat branco com o tempo. No entanto, abuse do protetor solar.

 

passeio de barco roupas

 

CHECKLIST – UM RESUMO DO QUE LEVAR PARA O PASSEIO DE BARCO

Para sumarizar as informações que trouxemos ao longo do texto, acrescentamos um checklist para que você tenha sempre em mãos. Confira:

 

  1. Comidas (barra de proteínas, salgadinhos, frutas)
  2. Bebidas (água, suco, refrigerante)
  3. Gelo potável
  4. Roupas para mergulhar
  5. Roupas para utilizar após se secar
  6. Blusa leve cortavento
  7. Óculos de sol
  8. Boné / viseira
  9. Toalha
  10. Protetor Solar
  11. Lenços de papel

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Cabinada ou proa aberta: qual a lancha ideal para mim?

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Quando o assunto é o primeiro barco, é comum que exista uma série de questionamentos. E, na maioria das vezes, a principal das dúvidas diz respeito à lancha ideal para cada um. Por mais que se defina o tamanho desejado, a faixa de preço e os hábitos de uso, algumas outras características da embarcação podem fazer toda a diferença.

É exatamente aí que entra a pergunta: cabinada ou proa aberta? Para uma pessoa que está começando no mundo náutico, a questão pode, a princípio, até passar despercebida. No entanto, ela influenciará todos os aspectos da navegação, desde a quantidade de pessoas a bordo até o tempo de passeio.

Se você está querendo comprar o primeiro barco e ainda tem dúvidas sobre qual é a sua lancha ideal, o texto de hoje foi feito pensando em você! Ele aborda as principais diferenças entre lanchas de proa aberta e com cabines e qual é o recomendado para cada caso. Confira abaixo!

 

lancha ideal cabinada

 

A diferença entre cabinada e proa aberta

A dúvida entre lanchas cabinadas ou de proa aberta é recorrente em quem quer comprar um barco pequeno. Mais do que uma questão de design, a definição é importante porque afeta o tipo de passeio, quantidade de pessoas a bordo e autonomia.

 

Cabinada

Lanchas cabinadas são aquelas cujas proas são fechadas com uma cabine. Perfeita para viagens maiores, como de dias inteiros ou pernoites, elas também são mais confortáveis se o proprietário deseja levar filhos.

Este tipo de embarcação costuma ser a mais completa no quesito acomodações. Diferentes salas, suítes e cabines, sofás, camas, cozinhas, equipamentos de som, ar condicionado e tantos outros recursos dignos de casas são alguns exemplos do que está presente em cabinadas maiores.

Via de regra, quem busca uma embarcação cabinada de pequeno ou médio porte, como uma FS 215, FS 230 Scappare, FS 265 Element ou FS 290 Concept, por exemplo, são famílias com filhos que buscam espaços de conforto para usar o banheiro com privacidade, para se trocar, para um eventual pernoite e, principalmente, para acomodar os filhos quando se cansarem ou caso entre um mau tempo durante o passeio.

A integração de uma cabine com televisão e microondas, então, permite que se possa esquentar comida e acomodar as crianças por muito tempo a bordo, o que garante mais autonomia no passeio e mais segurança.

E, para completar, as lanchas cabinadas tem um diferencial que poucos notam: o espaço de proa não é perdido, pois acima da cabine há um enorme espaço com almofadas de proa onde as pessoas podem se deitar para tomar sol (com a embarcação parada).

 

lancha ideal cabinada 2

 

Proa aberta

Já estas são caracterizadas pela ausência de cabine na proa. Indo na direção contrária das cabinadas, as lanchas de proa aberta são uma ótima opção para passeios diurnos, sem a pretensão de pernoite no barco.

Como o local que nas cabinadas é atribuído à cabine fica livre, sem necessidade de escada para acessar a proa, as lanchas de proa aberta acabam sendo mais espaçosas. São perfeitas para quem quer acomodar um número maior de pessoas, seja para curtir uma volta em família ou festas com amigos.

Embarcações até 20, 21 pés de proa aberta geralmente não tem banheiro, mas a partir de 23 pés – como a FS 230 Sirena – já contam com banheiro com ducha e vigia.

 

lancha ideal proa aberta

 

A lancha ideal para quem está começando

Você pôde ver acima que a lancha ideal sempre dependerá primordialmente do uso que será feito dela. Como já citamos em outro texto, o tipo de navegação mais comum no Brasil é o de passeio diurno, em um dia do final de semana, saindo pela manhã e retornando no final da tarde.

É claro que nem todos se aplicam à regra, porém se esse for o seu caso, o indicado é que você invista em uma lancha de proa aberta. Se você vai navegar com família e filhos pequenos, ou pretende prolongar suas viagens e passar noites curtindo tudo que a embarcação tiver para oferecer, uma lancha cabinada pode ser uma opção interessante.

 

lancha ideal proa aberta 2

 

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Manter o barco em casa ou marina? Quais as vantagens de cada um?

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O local onde o barco fica guardado é responsável por atuar em diversos aspectos do seu uso. A frequência de utilização, a facilidade de transporte e as manutenções regulares, por exemplo, são variáveis que influenciam a rotina do proprietário e que são diretamente afetadas pela acomodação.  

Neste cenário, existem duas possibilidades comuns: casa ou marina. Dependendo do perfil do dono e do tamanho da embarcação, cada uma delas possui suas vantagens próprias. É fundamental analisar com calma, se possível até mesmo antes de adquirir a lancha, qual tipo de armazenamento é o mais adequado.

Para esclarecer as dúvidas mais recorrentes, trouxemos o texto de hoje. Nele, falaremos sobre as principais características e benefícios de manter um barco em casa ou marina. Cada uma das particularidades citadas pode fazer diferença ou não, cabendo julgamento por parte do dono. Saiba mais!

 

Vantagens de manter o barco em casa

A maior vantagem de se armazenar uma embarcação em casa é o baixo custo. A despesa com marina, via de regra, é a maior a se pagar para manter uma embarcação.

Enquanto deixar o barco em uma marina requer investimento, mantê-lo em casa não. Basta ter uma garagem ou um espaço sobrando no quintal, em seu rancho ou casa de praia.

 

Cuidados a serem tomados

No entanto, ao optar por deixar a embarcação em casa, a responsabilidade de todos os processos de rotina, principalmente o transporte até a rampa e a limpeza, passam a ser do proprietário, diferente de como seria em uma marina. É indispensável que certos cuidados sejam tomados periodicamente, entre eles:

  • adoçar o motor caso o barco seja utilizado em águas salgadas;
  • limpar o barco após todos os usos;
  • ligar o motor no mínimo uma vez a cada sete dias;
  • colocá-lo na água para rodar em alto giro pelo menos uma vez por mês;
  • cuidar com a operação de embarque e desembarque na rampa para não danificar o casco e a rabeta.

 

barco em casa

 

Vantagens de manter o barco em marina

Já os benefícios de uma marina se diferenciam pela ausência de preocupações. Apesar de requerer certo investimento, deixar o barco em uma marina traz muito conforto e comodidade, especialmente quando a marina oferece o serviço de limpeza.

Todos os cuidados periódicos que citamos anteriormente são feitos pelos funcionários, os quais deixam tudo pronto para que o dono possa fazer seus passeios sempre que quiser.

Graças a essas praticidades, as saídas são feitas com maior frequência. É só ligar e avisar que pretende sair e o barco estará pronto para partida. Na volta, as responsabilidades não existem: é só descer e ir embora, o resto fica por conta da marina.

 

Como escolher uma marina

Beleza, serviços extras e preço são alguns dos fatores vistos com mais relevância pela maioria na hora de escolher uma marina.

Ainda que a beleza indique qualidade, os serviços extras apresentem seus benefícios e o preço faça a marina caber ou não no orçamento, existem outras características tão importantes quanto e que devem ser levadas em consideração. Confira algumas delas:

  • local seguro, que conte com controle de acesso e seguranças;
  • funcionários preparados para as manutenções necessárias;
  • preço de acordo com a qualidade do local, seja ele mais alto ou mais baixo;
  • licenças ambientais e de funcionamento emitidas e em dia.

 

barco em marina

 

As duas opções de armazenamento contam com suas vantagens próprias, sendo que cada uma delas pode ser ideal para pessoas diferentes. Gostou do conteúdo de hoje? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a FS Yachts, estamos sempre prontos para atendê-lo!

Comum ou aditivada: qual a melhor gasolina para o barco?

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Para contextualizar, é necessário apresentar um breve panorama sobre o mercado de gasolina para o barco no Brasil. Os 4 tipos à venda no País são: Podium, Premium, Comum Aditivada e Comum.

Por determinação da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – a gasolina brasileira sofre adição de 25% de álcool anidro, independente do tipo.

Segundo as distribuidoras, a gasolina tem uma vida útil de 60 dias após a adição do álcool, o que acontece na saída da refinaria. O tempo de transporte da refinaria até o posto somado ao tempo que leva para ser vendida ao consumidor final é de aproximadamente 30 dias.

Após esse tempo, a gasolina inicia um processo natural de oxidação, decantando parafinas (goma) que pode ocasionar acúmulo no sistema de alimentação do combustível.

O excesso de goma implicará em mau desempenho do motor. A oxidação derivada do álcool reagirá com metais, alguns tipos de plástico e juntas de borracha.

 

A Octanagem

Mundialmente, as gasolinas são classificadas de acordo com a octanagem. A octanagem é a propriedade de a gasolina resistir à compressão sem entrar em autoignição, que pode causar danos ao motor.

No Brasil, a octanagem da gasolina para o barco dos tipos comum e premium é equivalente a das gasolinas norte-americanas e europeias.

gasolina para o barco

 

As Gasolinas Comum e Comum Aditivada

As gasolinas comum e comum aditivada, em termos de octanagem, são iguais. Diferencia-se as duas gasolinas pela presença de um aditivo, detergente-dispersante, que promove a limpeza de todo o sistema por onde passa o combustível.

Por recomendação de especialistas em mecânica náutica, esse detergente presente na gasolina aditivada pode prejudicar mais do que ajudar, pois a presença do detergente dissolve e leva toda a sujeira presente da utilização comum do motor diretamente para o filtro de combustível, prejudicando o filtro e o funcionamento do motor.

Portanto, a gasolina aditivada nunca é indicada para uso em motores marítimos.

 

A Gasolina Podium

A gasolina podium também possui adição de detergentes e dispersantes, além de ter a maior octanagem no mercado mundial, superando – inclusive – as do tipo super premium europeias. Além disso, é considerada a mais limpa (menos impurezas) de todas pela baixa concentração de enxofre.

No entanto, na opinião dos especialistas, seu custo não compensa os benefícios em motores marítimos.

 

Qual a Melhor Gasolina?

Segundo especialistas em motores de barcos, a melhor gasolina para motores de embarcações é a gasolina comum, de boa procedência.

Em síntese, independente de seu motor, potência ou tecnologia, utilize sempre a gasolina comum, de boa procedência.

A questão mais importante, como você pode ver, não é o tipo de gasolina para o barco, e sim a manutenção deste. O mais importante é que o motor seja ligado semanalmente por no mínimo 30 minutos e que o tanque seja mantido sempre o mais vazio possível quando parado para evitar o envelhecimento do combustível. Desta forma, dificilmente você terá um problema devido à combustível em sua embarcação.

 

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Como garantir uma navegação segura e tranquila para sua família

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Se você possui seu próprio barco, é provável que goste de curtir uma diversão diferenciada. Uma atividade muito boa é levar toda a família para um passeio, o que é capaz de entreter a todos e ainda fortalecer laços. No entanto, para garantir o programa e evitar problemas, alguns cuidados visando uma navegação segura são necessários.

Exatamente como nos casos automotivos e aéreos, veículos marítimos precisam seguir diferentes normas e orientações. Essas regras dizem respeito a preferências de certos veículos em relação a outros, sinalizações, manobras e áreas. É principalmente seguindo esse tipo de instruções que a navegação segura se torna algo possível.

Pensando nisso, no texto de hoje trouxemos algumas dicas de como garantir uma navegação segura. Assim, você e sua família poderão aproveitar o tempo juntos sem correrem riscos. Portanto planeje a viagem, reúna todo mundo e aproveite!

 

Sinalização

As sinalizações são métodos usados para possibilitar a comunicação entre embarcações. É de extrema importância que sejam seguidas à risca, só assim certificando uma navegação segura. Luzes e sinais sonoros são os mais utilizados, sendo que:

Existem basicamente 7 tipos de luzes para fins diversos: luz intermitente, luz intermitente especial, luz de mastro, luz de alcance, luz circular, luz de reboque e luzes de bordo. Diferentes luzes podem ter diferentes cores, variando entre brancas, vermelhas, verdes e amarelas. As combinações são usadas para transmitir determinadas mensagens.

Há a opção também dos sinais sonoros, através do uso de um apito. A duração dos sons é dividida em curta (cerca de 1 segundo) ou longa (entre 4 e 6 segundos). Assim como no caso das luzes, a combinação de sinais curtos e longos transmite diferentes mensagens na hora de executar manobras. Por exemplo, dois apitos longos e um curto significa “quero ultrapassá-lo pelo seu boreste”.

 

Manobras

Todas as manobras executadas por qualquer embarcação devem seguir regulamento estabelecido pela Marinha do Brasil. Este regulamento é o RIPEAM (Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamentos no Mar).

Um dos casos mais comuns descritos pelo regulamento é o de barcos em rumos cruzados com possibilidade de colisão. Utilizando sinalização e comunicação clara, a embarcação que visualizar a outra por estibordo deve antecipadamente se afastar e evitar a sua proa.

Outro caso frequente descrito pelo RIPEAM é o de duas embarcações que se aproximam com risco de batidas em rumos opostos. Em situações como esta, cada navegador é instruído a guinar para boreste, usando a sinalização verde, e, logo em seguida, realizar passagem por bombordo um do outro.

 

Orientações gerais

Alguns outros cuidados, que não dizem respeito a situações específicas, também precisam ser tomados para assegurar uma navegação segura. Por exemplo, todas as embarcações devem respeitar o limite de passageiros, além de ter essa informação disponível em um local de visibilidade facilitada.

Mais uma regra que se aplica a todas as situações é o limite de trânsito em relação à praia. Para evitar acidentes com banhistas, nenhum barco pode navegar em áreas de até 200 metros das praias.

Por último, mas não menos importante, tenha certeza de que sua embarcação possua coletes salva-vidas suficientes para todos os passageiros. É fundamental também que você ensine como utilizá-los corretamente. Pessoas de faixa etária menor que 12 anos e maior que 65 anos são prioridade e devem usá-los obrigatoriamente.

 

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