Combustível do barco batizado: como identificar?

Compartilhe:

Você já teve algum problema com o combustível da sua lancha? Se sua resposta foi sim, é muito provável que o combustível do barco estivesse batizado. E uma das consequências é causar danos e falhas na embarcação. Isso ocorre por que alguns locais adulteram a gasolina ou diesel com uso de produtos inadequados, que comprometem o desempenho do barco durante a navegação. Combustível do barco batizado: mas como é possível identificar? Para te ajudar, a FS Yachts preparou algumas dicas. Confira a seguir! 

 

Como é o combustível dos barcos brasileiros? 

A legislação brasileira conforme a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determina que seja adicionado 25% de álcool ao combustível. No entanto, há lugares que utilizam uma porcentagem maior, o que chamamos de combustível do barco batizado. Uma das consequências desta mistura é acelerar o processo de “apodrecimento” do combustível do barco, tornando ele impróprio. Além, é claro, de prejudicar os componentes do motor da sua lancha. Portanto, é sempre bom estar com o combustível novo no barco. 

 

Combustível do barco batizado: conheça os testes! 

Aqui você vai encontrar dois testes rápidos para testar o combustível do seu barco e garantir que ele é de boa qualidade. Esses testes são caseiros e práticos de fazer. Veja! 

 

Teste 1: do copinho: 

Nesse primeiro teste você vai precisar de um copo plástico descartável. Pegue o copo plástico e insira um pouco de combustível dentro. Espere um tempo, cerca de 20 a 50 segundos, e verifique se o copo está se desmanchando. Quanto mais rápido esse processo acontecer, significa que o combustível do barco é de boa qualidade. Porém, caso essa etapa demore mais tempo para acontecer, o combustível está batizado e pode trazer muitos danos ao motor da sua embarcação. 

 

Teste 2: do copo graduado:  

Esse segundo teste é um pouco diferente, por isso você vai precisar de um copo de vidro graduado. No copo graduado você irá colocar 100 ml do combustível do barco e 100 ml de água. Mas por que a mistura da água? A explicação é simples, pois a água não se mistura com a gasolina, o que permite verificar melhor quando há alguma alteração no combustível. 

No entanto, o álcool presente no líquido, nesse caso, consegue se misturar a água, fazendo com que o líquido transparente aumente. Com isso, a quantidade de mililitros que for aumentando significa a porcentagem de álcool que há no combustível. Se o número for maior que 25%, o combustível do barco está batizado. 

 

Quais danos o combustível batizado pode trazer à embarcação? 

 

1. Problemas no motor 

Um dos principais danos que o combustível batizado do barco pode trazer é ao motor da embarcação. Ao dar partida no motor, pode ser que ele apresente falha, além disso, o seu desempenho durante um passeio, pode não ser o mesmo. Portanto, sempre que isso acontecer procure um especialista para avaliar e fazer a manutenção. 

 

2. Aumento do consumo de combustível 

O combustível batizado do barco causa também o aumento considerado do mesmo. Toda parte de peças que alimentam o motor é afetada com o combustível de má qualidade, com isso, a embarcação consome mais combustível que o normal. 

 

3. Aumento da emissão de poluentes 

Por fim, é importante destacar que o combustível batizado do barco pode ser muito prejudicial ao meio ambiente. Como há mistura de diversos componentes para fazer a adulteração da gasolina, a maioria deles emitem muitos poluentes à atmosfera. 

 

Abasteceu com combustível batizado: o que fazer? 

Caso ocorra de você abastecer a embarcação com gasolina adulterada, a dica é levá-la a um especialista para fazer a retirada de todo combustível batizado do barco. Após, abasteça a lancha novamente de um local de total confiança. 

Atenção: sempre desconfie do combustível muito barato, é bem provável que o produto seja batizado, por isso o valor mais em conta. 

 

Gostou das dicas sobre o combustível do barco batizado? Para conferir mais conteúdos como este, siga a FS Yachts nas redes sociais: Facebook e Instagram. E tenha sempre em primeira mão todas as novidades do universo náutico.

Umidade a bordo: o que fazer nessa situação?

Compartilhe:

Hoje vamos falar sobre um assunto que não é muito comentado, porém é de grande relevância para os donos de lanchas: a umidade a bordo. Os barcos são feitos para ficar na água, mas a umidade pode ser um grande problema tanto para a embarcação quanto para os tripulantes. Vamos saber mais sobre o assunto a seguir!

 

Geralmente esse é um tema que é procurado por donos de barcos que se encontram com problemas em relação à umidade a bordo (que está danificando de alguma forma sua embarcação). Afinal, quando a umidade do ar fica acima ou abaixo do limite, pode afetar o funcionamento dos equipamentos da lancha e até mesmo a saúde dos tripulantes. 

 

Quais as consequências a umidade a bordo pode trazer?

 

A umidade do ar é a responsável por indicar quanto de vapor de água tem presente no ar. Para o ser humano, a umidade do ar ideal é entre 40% e 70%. Com as embarcações não é diferente. Por isso que, quando há o excesso de umidade a bordo, algumas das consequências são as manchas de bolor, cheiro de mofo, aspecto de embarcação mal cuidada, além de ser muito prejudicial a saúde dos tripulantes, podendo causar alergias e problemas respiratórios.

Mas para a felicidade e bem-estar de todos, existem formas de tratar, de precaver e de resolver essa situação. Confira algumas dicas para prevenir a umidade a borda na sua lancha abaixo!

 

Como é possível tratar problemas de umidade a bordo?

 

O primeiro passo a ser feito é identificar qual o problema presente na embarcação. É preciso saber se é mofo ou bolor – podem parecer o mesmo problema, porém não são e devem ser tratados de formas diferentes.

Bolor forma um relevo na superfície, costuma apenas infectar alguns objetos. Ele pode ser removido facilmente com um pano úmido. Diferente do mofo que já dificulta um pouco sua remoção, a umidade faz com que os fungos se proliferam e se alimentem de compostos minúsculos presentes na água, no ar e em outros materiais orgânicos. A principal diferença entre bolor e o mofo é que o mofo costuma corroer os materiais em que se inserem, os microorganismos trafegam pelo ar e se multiplicam. 

Portanto, se sua embarcação já está afetada pelo mofo, é necessário tomar medidas para resolver essa situação, caso contrário ela pode piorar. Existem muitos produtos químicos no mercado com a finalidade de acabar com o mofo, o indicado é procurar um específico para que a limpeza seja eficiente. 

 

Como evitar os efeitos da umidade a bordo?

 

Existem diversas medidas que podem ajudar a prevenir a aparição de mofo na lancha, é importante que elas sejam tomadas para evitar possíveis problemas com o excesso de umidade a bordo. 

Ambiente bem arejado: uma das melhores formas de prevenir o mofo é manter a embarcação bem ventilada, bem arejada e iluminada. Os fungos se proliferam em ambientes úmidos e escuros, então é preciso fazer o oposto. Quanto mais escotilhas e gaiutas a cabine tiver, melhor. O sol é um grande aliado contra a umidade a bordo, por isso aproveite esses dias ensolarados, principalmente após períodos chuvosos, para abrir a capa, cabine e todos os espaços para dar uma boa ventilada em tudo. 

Caso não tenha ar condicionado na cabine, uma ótima opção é instalar ventiladores para garantir a circulação de ar no ambiente. E se a embarcação tiver tapetes de tecidos e carpetes é preciso ter uma atenção redobrada com a umidade desses itens, são locais propícios para criação de colônias de mofo. 

Ar condicionado e desumidificador: considere instalar um ar condicionado na cabine. Por gerar um ar seco, ele ajuda a diminuir a umidade a bordo. 

Ou também é possível utilizar um desumidificador de ar, um aparelho que diminui a umidade do ar ao condensar o vapor d’água. O ar é sugado, reaquecido e devolvido ao ambiente enquanto a água é drenada. Esse aparelho deixa a umidade do ar saudável para os seres humanos e abaixo do nível para proliferação dos fungos e das bactérias. 

Algumas outras dicas simples podem ser bem eficientes, como não deixar nenhum material molhado ou úmido dentro da lancha. E uma dica caseira é espalhar potinhos de sal grosso pela embarcação, eles ajudam a reduzir a umidade do ar.

 

Agora que você já sabe como se prevenir da umidade a bordo, é hora de conferir todos os modelos de lancha que o estaleiro FS Yachts oferece para você! São diversos modelos de embarcações novas e semi-novas, é só você escolher a sua. Entre em contato agora mesmo nossa equipe.

Conheça os mitos e verdades sobre o uso do cabo na lancha

Compartilhe:

É quase impossível falar sobre os itens fundamentais de uma embarcação, sem citar o cabo da mesma – que é um acessório de extrema importância em uma lancha. Por isso, no texto de hoje vamos abordar alguns mitos e verdades sobre o uso do cabo na lancha, qual sua aplicação e muito mais! Confira!

 

Mitos e verdades sobre o uso do cabo na lancha

 

Cabos e cordas são a mesma coisa?

 

Mito. É muito comum para quem ainda não entende muito sobre o mundo náutico, considerar que os cabos e as cordas são o mesmo produto. Eles podem sim, ser muito semelhantes, mas as suas finalidades são o que os difere na usabilidade. Os cabos náuticos são feitos exclusivamente para serem utilizados em embarcações, por isso são fabricados com um material próprio para enfrentar a ação do tempo (contato direto com a água, chuva, sol) – diferente das cordas, que são feitas para uso geral e não específico.

 

Vale destacar: O grande diferencial do uso do cabo na lancha é principalmente a durabilidade e a qualidade que o produto oferece, garantindo assim, a segurança da embarcação e dos tripulantes. 

 

Os cabos náuticos estão disponíveis em diversos tipos de materiais?

 

Verdade. Os cabos náuticos podem ser encontrados em diversos tipos de materiais, todos eles os tornam mais resistentes, flexíveis e duráveis. Antigamente, quando se deu início às navegações, os cabos eram produzidos a base de fibras naturais (como linho, algodão, sisal, piaçava e juta). Hoje, são feitos de fibras sintéticas de última geração, como o náilon, poliéster, aramida (kevlar), spectra, polietileno ou polipropileno.

 

Os cabos náuticos em poliéster permitem a produção de cabos mais rígidos, como os pré-estirados. Já a poliamida é a melhor escolha para as amarras por apresentar mais elasticidade e resistência. Os cabos de polipropileno apresentam a capacidade de flutuar, além disso contam com menor custo na produção e no preço final. 

 

O que mais importa na hora de escolher um cabo: é a carga máxima que ele suporta?

 

Mito. Na hora de optar pelo uso do cabo na lancha, muitos critérios precisam ser avaliados – e não somente a carga máxima que ele suporta. A elasticidade do cabo, como ele é feito, qual a resistência à abrasão, a flutuabilidade, aos raios solares, ação do tempo, se o revestimento evita o aquecimento em caso de atritos.. são alguns dos detalhes para serem analisados. 

 

Existem vários modelos de cabos e cada um tem uma finalidade? 

 

Verdade. Além de existirem cabos náuticos de materiais diferentes, também há modelos distintos e cada um apresenta uma finalidade. Os mais conhecidos são: cabo torcido, cabo trançado sem alma, cabo trançado com alma, cabo trançado com alma, alerta visual e os cabos trançados especiais. Somente alguns desses tipos são considerados cabos náuticos e apresentam função importante em uma embarcação.

 

Mas, afinal, qual a finalidade de cada tipo de cabos náuticos?

 

Como já citamos acima, o uso do cabo na lancha é uma questão de segurança, tanto para a embarcação quanto para os tripulantes que fazem uso da mesma. Vamos entender um pouco mais sobre qual a finalidade de cada tipo de cabo náutico:

 

Cabo de náilon: muito resistente às ações do tempo, alta elasticidade e mais pesado que a água. Indicado para uso de amarras (cabo de âncora), espias e cabos de reserva para reboque. 

 

Cabo de poliéster: menos elástico que o náilon, também mais pesado que a água. Ideal para utilização em escotas e adriças de veleiros de cruzeiros (não usado em barcos a motor).

 

Cabo de polipropileno: menos resistente às ações do tempo, mais leve que a água e mais barato que os demais citados acima. Indicado para uso em cabo de boia circular e cabo para rebocar esquiador. 

 

Cabo de polietileno: não resistente às ações do tempo, é mais leve que a água e tem baixo custo. Recomendado para cabo de boia circular e cabo para puxar esquiador. 

 

Cabo de Aramida ou Kevlar: é uma versão do cabo de náilon, menos resistente, mais pesado que a água, porém mais caro. Indicado para escotas e adriças de veleiros de competição.

 

Gostou das dicas sobre o uso do cabo na lancha? Que tal conhecer as embarcações do estaleiro FS Yachts e escolher a sua preferida? São diversos modelos de lanchas novas e semi-novas! Venha conferir: acesse o site.

É preciso pagar impostos anuais sobre a lancha?

Compartilhe:

Se você sonha em adquirir sua embarcação precisa estar por dentro de todos os assuntos que envolvem seu futuro investimento. Por isso, no texto de hoje, a FS Yachts vai esclarecer algumas dúvidas que ainda cercam muitas pessoas: é preciso pagar impostos anuais sobre a lancha ou não? 

Como sabemos, as lanchas são ótimas opções de lazer para quem curte a vida náutica, possibilitando a prática de esportes aquáticos, passeios, viagens e muitas outras atividades. Mas antes de adquirir sua embarcação, há muitas dúvidas que precisam ser esclarecidas, principalmente as que envolvem impostos, leis, tributos e custos de manutenção. 

 

Quais os custos de manutenção de uma embarcação? 

 

Antes de falarmos de pagar impostos anuais sobre a lancha, vamos listar os custos de manutenção mais comuns de quem adquire uma embarcação. Cuidar de uma lancha, vai muito além de colocá-la na água e sair a passeio, assim como outros tipos de veículos, as embarcações precisam de cuidados, de manutenção tanto preventiva quanto corretiva. 

 

  • Manutenção preventiva e corretiva: essas manutenções são responsáveis pelo bom funcionamento de todos os equipamentos presentes na embarcação. As revisões precisam acontecer de forma regular e frequente, similar a um carro. 

 

  • Estadia da embarcação: quando adquirir um barco, uma das opções será guardá-lo em casa – porém, isso ocorre somente quando ela for de pequeno porte. Já em casos de embarcações maiores, você vai precisar de um local apropriado para deixar sua lancha, as conhecidas marinas. Nesse espaço é cobrado um valor específico por essa estadia, o valor varia de acordo com vários fatores, como, por exemplo: a localização da marina, os serviços oferecidos e a disponibilidade de vagas. Vale ressaltar ainda que o valor é cobrado por pés de cada barco. 

 

  • Combustível: como os demais tipos de veículos, as embarcações também carecem de combustível para sua locomoção. O abastecimento das lanchas geralmente é feito com diesel ou gasolina, o gasto varia conforme o uso da lancha e com a capacidade do seu motor.

 

  • Habilitação de piloto: outro gasto necessário é com habilitação do piloto, que é fundamental, caso queria pilotar sua lancha. É obrigatório que o piloto tenha uma carteira de habilitação náutica emitida pela marinha. Para isso é preciso fazer um curso específico disponível em clubes e marinas.

 

Afinal, é preciso pagar impostos anuais sobre a lancha?

 

Como já citamos acima, essa é uma dúvida muito comum e recorrente de quem tem interesse em comprar uma embarcação: quais são os impostos anuais sobre a lancha que precisam ser pagos? preciso pagar IPVA como no caso de outros veículos? 

IPVA é o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, esse tipo de tributo é de responsabilidade de cada estado do país e Distrito Federal – ou seja, cada estado determina a alíquota que será cobrada (que varia de acordo com as características de cada veículo). 

Mas o que muitos não sabem é que mesmo o imposto recebendo esse nome – ele é válido somente para veículos terrestres, sendo assim, não estão inclusos veículos aquáticos e nem veículos aéreos. Então, a resposta para a grande dúvida é: não. Você não precisa pagar os encargos sobre o IPVA da sua lancha – nem de qualquer outra embarcação. 

Atualmente não existe nenhuma lei que vigora a cobrança desse tipo de tributo, mas há um projeto de lei para a criação do IPAE (Imposto sobre a Propriedade de Aeronaves e Embarcações). Esse projeto ainda está em análise pela Comissão de Finanças e Tributação, portanto não tem previsão de quando ele irá para votação.

 

Documentos obrigatórios da embarcação 

 

Pelo menos de um imposto você está liberado, mas ainda existem outros documentos que são obrigatórios no caso dos barcos, como, por exemplo: o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou Por Suas Cargas, também conhecido como Seguro DPEM, que atualmente encontra-se suspenso, devido o seguro não estar sendo comercializado – conforme informações da Superintendência de Seguros Privados.   

Esse seguro tem função semelhante ao DPVAT (exigido em veículos terrestres), que é oferecer cobertura completa em todos os acidentes que envolvam a embarcação. Ele é obrigatório por determinação do órgão que regulamenta os seguros em todo território nacional. 

Além disso, há o próprio documento de inscrição da embarcação, conhecido como: Título de Inscrição de Embarcação (TIE). Que tem validade de 5 anos, a partir da sua data de expedição. 

 

Muitas dúvidas foram esclarecidas neste conteúdo sobre pagar impostos anuais sobre a lancha, não é mesmo? E aqui no nosso blog você encontra muitos outros assuntos como esse. Para saber mais informações sobre as lanchas FS, entre em contato com nossa equipe agora mesmo. Há mais de 20 anos de experiência no universo náutico. 

Mergulho em alto mar: mais uma opção de lazer com sua lancha

Compartilhe:

Para quem é fã de aventuras e de modalidades aquáticas, o mergulho em alto mar é uma ótima opção de lazer! Existem vários tipos da atividade, por isso que, no texto de hoje, vamos apresentar quais são esses tipos e os cuidados que você deve tomar ao realizar essa modalidade. Confira!

 

Quais os tipos de mergulho em alto mar?

A prática do mergulho em alto mar é uma das atividades mais procuradas pelos turistas nos litorais e também por pessoas que têm interesse em experimentar essa modalidade tão popular – que é conhecida por proporcionar uma experiência única ao explorar o mundo submarino. Não é à toa que o mergulho hoje é um esporte reconhecido mundialmente, e cada vez mais vem ganhando novos adeptos.

 

  • Mergulho livre

Esse tipo de mergulho em alto mar é quando a atividade dispensa a utilização de aparelhos próprios para a respiração. Ou seja, o mergulhador fica debaixo d’água pelo tempo que conseguir, o que vai depender da sua preparação física, capacidade pulmonar e controle emocional. Essa modalidade de mergulho é dividida em dois tipos: apneia e snorkeling.

mergulho livre

  • Apneia: é uma modalidade que só é indicada para quem já tem experiência em praticar apneia, que tenha preparo físico para mergulhar e que conheça as técnicas que devem ser aplicadas – já que nessa atividade o mergulhador desce altas profundidades, sem equipamento nenhum – para auxiliar sua respiração. 

 

  • Snorkeling: essa modalidade é muito conhecida justamente por poder ser praticada sem muitas exigências ao mergulhador. São utilizados três equipamentos que auxiliam no mergulho: máscara de mergulho, nadadeiras e snorkel (que é um tubo em média de 35\45 centímetros, que permite que o mergulhador respire sob a água, sem precisar levantar a cabeça). Além disso, é uma das modalidades mais comuns, inclusive pelo baixo custo de aquisição do equipamento, algo entre R$100 e R$200. 

 

  • Mergulho autônomo

Diferente da primeira modalidade de mergulho em alto mar, nessa o mergulho se torna um pouco mais elaborado. A denominação de autônomo se dá pelo fato do mergulhador ter autonomia para respirar com a ajuda de equipamentos específicos para esse tipo de atividade, conhecida como SCUBA (Self-Contained Underwater Breathing Aparattus).

O mergulho autônomo também é dividido em dois tipos, conhecidos como: recreativo e técnico.

mergulho autônomo

 

  • Recreativo: nesse tipo de mergulho, mesmo com os equipamentos auxiliares seguindo os manuais de certificadoras, é permitido que o mergulhador atinja o limite máximo de até 40 metros de profundidade devido à alta pressão e os riscos que isso pode causar.

 

  • Técnico: diferente do tipo recreativo, na modalidade de mergulho técnico, não existe limite estipulado pelas tabelas certificadoras de mergulho. Nesses casos, o mergulhador precisa de equipamentos especiais que possam estender o tempo de submersão na água com a maior segurança possível. 

 

  • Mergulho dependente 

O mergulho dependente é considerado profissional, a atividade deve ter além de experiência, uma certificação específica. O mergulho dependente é praticado geralmente por profissionais que trabalham na área de construção civil e plataformas de petróleo – onde são vigiados por algum responsável que fica na superfície. 

Mergulho Dependente

 

Qualquer pessoa pode realizar mergulho em alto mar?

Em casos de mergulho livre, que são atividades menos intensas, as recomendações são mais simples do que os mergulhos mais elaborados, que se façam necessário o uso de equipamentos auxiliares para atividade. 

Nas outras modalidades de mergulho é preciso que antes da prática, seja realizado um curso de mergulho ou que a atividade seja assistida e acompanhada de um profissional que possa repassar todas as recomendações necessárias. 

As recomendações gerais são de que pessoas com doenças como, por exemplo, claustrofobia, epilepsia, depressão e enfisema não pratiquem modalidades de mergulho – assim como crianças abaixo de 12 anos de idade. 

Outro detalhe importante é que nunca deve-se praticar a modalidade de mergulho em alto mar sem ter alguém como dupla; pois caso ocorra algum problema durante a atividade, um poderá prestar assistência ao outro parceiro.

 

Essa com certeza é mais uma opção de lazer que você pode praticar com sua lancha da FS Yachts, lembrando sempre de respeitar todas as regras e recomendações de segurança ao realizar o mergulho em alto mar.

 

Deu até vontade de praticar mergulho em alto mar, não é mesmo? Agora que já sabemos um pouco mais sobre o assunto, quem sabe chegou a hora de experimentar essa aventura! Se gostou desse conteúdo, siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram e confira outros assuntos como esse.

Confira quais são os 10 mandamentos de segurança no mar

Compartilhe:

Barcos, lanchas, iates – sempre que falamos em embarcações, o primeiro conceito a ser lembrado é: diversão. Mas, o que é ainda mais importante do que a diversão, é garantir que ela seja desfrutada com toda segurança. A Marinha do Brasil, sendo responsável pela segurança nas águas brasileiras criou os 10 mandamentos de segurança no mar. O que é destaque no texto de hoje da FS Yachts. Veja! 

 

Assim como existem regras, normas e orientações a serem seguidas em veículos aéreos e terrestres – também existem para os veículos marítimos. Orientações essas que devem ser seguidas para garantir a proteção de todos os envolvidos. 

 

10 mandamentos de segurança no mar são: 

 

 

  • Faça a manutenção correta da sua embarcação

 

A manutenção preventiva da embarcação deve estar sempre em dia, esse é um dos mandamentos de segurança no mar primordiais para um bom funcionamento da lancha. Assim é possível prevenir que não aconteçam imprevistos durante um passeio, que possam trazer sérios problemas para a tripulação. Para isso é importante que essa manutenção seja realizada por profissionais qualificados. Portanto, nada de improvisos, ok.  

 

 

  • Tenha a bordo o material de salvatagem prescrito pela Marinha do Brasil

 

É imprescindível que todo barco tenha a bordo o material de salvatagem necessário no caso de alguma emergência. Materiais como boia salva-vidas, colete salva-vidas, extintor, pirotécnicos, kits de primeiros socorros, detectores de gás, entre outros, são os principais.  

 

 

  • Respeite a lotação da embarcação e tenha a bordo coletes salva-vidas para todos os tripulantes

 

Esse mandamento de segurança no mar é um dos essenciais a serem seguidos. Todas as embarcações têm um número limite de passageiros, logo esse limite deve ser respeitado para a segurança de todos. E é preciso também que existam coletes salva-vidas suficientes para todos que estão a bordo, lembrando que para crianças menores de 12 anos e adultos maiores de 65 anos o uso do colete é altamente recomendado 

 

 

  • Mantenha os extintores de incêndio em bom estado de conservação e dentro da validade

 

Além da manutenção preventiva, uma vistoria deve ser feita antes de qualquer viagem, para verificar se todos os itens necessários estão a bordo. E um desses produtos que precisam de atenção são os extintores de incêndio, que devem estar dentro da data de validade, caso seja preciso o seu uso.

 

 

  • Ao sair, informe o seu plano de navegação ao seu iate clube, marina 

 

Nunca realize uma viagem sem comunicar seu iate clube ou a marina, imprevistos podem acontecer e para a sua segurança e da tripulação, é importante que seu passeio esteja registrado. Além disso, leve sempre a bordo equipamentos de comunicação como celulares e rádios para não perder contato, se necessário. 

 

 

  • Conduza sua embarcação com prudência e em velocidade compatível para evitar acidentes

 

O piloto se torna responsável por toda a tripulação e para manter a proteção de todos é extremamente importante respeitar o limite de velocidade da embarcação e das áreas de navegação. 

 

 

  • Se consumir bebida alcoólica, passe o barco para alguém habilitado e que não tenha consumido bebida alcoólica

 

Boa parte dos acidentes marítimos acontecem com pilotos embriagados, muitos infelizmente ainda não entendem a gravidade de consumir bebida alcoólica e pilotar. Por isso, quando consumir bebida alcoólica, não insista em pilotar. 

 

 

  • Mantenha a distância de 200 metros da linha base das praias e dos banhistas

 

Respeitar a distância correta da linha de base das praias e dos banhistas é outra dica fundamental para garantir que não aconteçam graves acidentes entre embarcações e banhistas. 

 

 

  • Respeite a vida, seja solidário, preste socorro

 

Prestar socorro é mais um dos mandamentos de segurança no mar. É importante que todos se ajudem, principalmente em caso de incidentes, o socorro precisa ser prestado o mais rápido possível – tanto para pessoas da sua própria tripulação, como as de embarcações desconhecidas.

 

 

  • Não polua o mar

 

Por último e não menos importante, um dos mandamentos de segurança no mar é em defesa do meio ambiente. Que nos permite navegar e apreciar lindas paisagens e viver novas experiências, nós precisamos cuidar do mar e da natureza como forma de agradecimento e respeito. Podemos fazer a nossa parte em pequenas atitudes. 

 

Agora você já conhece as principais orientações para navegação marítima e conhece também os 10 mandamentos de segurança no mar. Navegar pelas águas do nosso país ficou muito mais fácil, não é verdade? Quer receber mais conteúdos como esse? Se tem, siga nossas redes sociais: Facebook e Instagram e fique por dentro das novidades da FS Yachts.

Conheça os 7 erros comuns de quem já sabe navegar

Compartilhe:

O assunto do nosso blog é um pouco diferente dessa vez. No universo náutico, é muito comum encontrar dicas para iniciantes na navegação: maneiras de como proceder, do que revisar, principais macetes e técnicas que precisam ser aprendidas. Porém, hoje, queremos abordar aqueles que já são experientes na área, e apontar os 7 erros comuns de quem já sabe navegar! 

 

Muitos podem pensar que por ter experiência na vida náutica e por navegar com frequência há muitos anos, não cometem erros e não precisam mais de dicas de como comportar-se em seus passeios de barco. Mas não é bem assim que acontece – justamente pela autoconfiança e experiência, os pilotos acabam cometendo erros que podem virar rotina, sem ao menos serem percebidos.

 

Por isso é importante saber um pouco mais sobre esses erros comuns de quem já sabe navegar, para ter mais precaução durante os passeios e, assim, manter a segurança de todos os tripulantes da embarcação e do próprio piloto. 

 

7 erros comuns de quem já sabe navegar

 

 

  • Não checar a previsão do tempo antes de sair com o barco 

 

Esse é um dos principais erros comuns de quem já sabe navegar, afinal por considerar que consegue identificar quando o tempo está bom para uma navegação, muitos pilotos não checam a previsão do tempo antes de iniciar um passeio. Isso se torna perigoso, pois o tempo pode virar a qualquer momento e surpreender negativamente a viagem e a tripulação. 

 

 

  • Não respeitar os limites da embarcação

 

Outro erro comum de quem já sabe navegar é não respeitar os limites da sua embarcação. Por já conhecer seu barco e ter feito diversos passeios com ele, os pilotos mais experientes acabam desrespeitando os limites da embarcação – muitas vezes, até sem perceber.

E quando citamos limites, são em todos os sentidos: limite físico (de quanto a embarcação resiste a fortes ventos e fortes ondas), limites de tripulação (de colocar muito tripulantes, desrespeitando o limite de peso no barco), limite de velocidade (podendo provocar acidentes e complicações na embarcação). 

 

 

  • Beber e pilotar

 

Adquirir confiança ao navegar é fundamental para garantir um passeio seguro e tranquilo. Mas, Infelizmente, muitos pilotos utilizam dessa experiência e acabam constatando que não há problema em beber e depois pilotar. 

Esse é um grande erro, pois a bebida alcoólica afeta os reflexos, diminui a atenção, entre outros aspectos do piloto, podendo ocasionar acidentes graves. Por isso, essa regra de não pilotar embriagado deve ser respeitada por todos, sem exceção. 

 

 

  •  Sair sem conferir o combustível

 

Não conferir o nível de combustível do barco: esse é mais um dos erros comuns de quem já sabe navegar. É importante calcular o combustível que será gasto durante o passeio (o peso do barco e o mar agitado acabam influenciando nessa conta), já que a quantidade de pessoas na lancha e o mar turbulento, acabam consumindo mais combustível, pois exigem mais da embarcação. A dica, nesse caso, é saber a média de quantos litros de combustível seu barco gasta para percorrer uma milha. 

 

 

  • Ignorar os itens de segurança a bordo

 

Outro erro comum de quem já sabe navegar é não dar atenção aos itens de segurança que precisam estar na embarcação caso seja necessário o uso dos mesmos. É fundamental que os extintores, os coletes salva-vidas e os foguetes sinalizadores (quando necessários) estejam presentes em todos os passeios e com a data de validade no prazo certo.  

 

 

  • Não realizar manutenção preventiva

 

Quem faz parte da vida náutica, precisa conhecer a importância em manter a manutenção preventiva em dia. A revisão de alguns itens como motores e geradores são de extrema relevância para evitar danos ao barco e assegurar a proteção dos tripulantes. Logo, inspecionar as válvulas do casco, anodos, vigias, tanques, filtros, instalação elétrica, reparos e limpezas é essencial. 

 

 

  • Desobedecer às instruções de navegação

 

Por último e não menos importante, muitos pilotos acabam desobedecendo às instruções de navegação. E esse é um grande erro, já que uma das instruções mais relevantes é olhar a carta náutica antes de qualquer viagem.

Sem conferir este item de segurança, que é a carta náutica, o risco de acontecer problema durante a navegação é maior, pois com ela é possível mapear o local de navegação, verificar qual é o melhor e mais seguro caminho a se fazer.

 

Diante desses erros comuns de quem já sabe navegar, agora você pode voltar a pilotar com maior segurança e se atentar a todos esse detalhes e instruções citados acima. Quer receber mais conteúdos como esse, siga as redes sociais da FS Yachts: Facebook e Instagram e fique por dentro de nossas novidades, ok!

Entenda como cortar onda com barco pequeno

Compartilhe:

Você que adquiriu um barco pequeno e está ingressando agora na vida náutica, precisa de algumas dicas antes de sair navegando. Uma das lições importantes a se aprender é como cortar onda com barco pequeno. Essa é uma manobra de segurança que o piloto precisa tomar para proteger todos a bordo.

 

Como sabemos, no mar também existem regras de trânsito que devem ser respeitadas. As normas de navegação foram criadas para manter a segurança de todos os envolvidos. Você pode conferir algumas dessas regras neste conteúdo aqui.

 

Além das regras de navegação impostas pelo Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM), existem também técnicas e manobras que os pilotos iniciantes precisam aprender para serem executadas em casos de emergência.

 

Mas, afinal, como cortar onda com barco pequeno?

 

Quem está navegando está sujeito a se deparar com as mudanças da natureza, ventos fortes, instabilidade no tempo, tempestades, grandes ondas, e o piloto, mais do que ninguém, precisa estar preparado para todas essas situações – principalmente se for uma embarcação de pequeno porte. 

 

É sempre mais fácil navegar a favor das ondas, do que contra elas. Mas quando for preciso navegar contra, algumas medidas de proteção devem ser tomadas na hora de cortar onda com barco pequeno, seja por questões de periculosidade, ou desconforto ao quebrar as ondas de frente.

 

A parte da proa da embarcação é feita justamente para cortar melhor as ondas, mas isso em caso de ondas pequenas, caso seja preciso enfrentar ondas maiores com o barco pequeno, o mais indicado é cortar as ondulações em 30 a 45 graus para o lado – sempre com a velocidade reduzida de forma que mantenha a proa bem levantada para que não entre água no barco. 

 

Dicas de como se preparar para uma boa navegação

 

  • Verificar as condições do local onde vai navegar

O primeiro passo antes de iniciar uma navegação é conhecer e coletar o máximo de informações sobre o lugar escolhido para o passeio. Assim o piloto pode analisar e se preparar para as possíveis situações que vai enfrentar.

 

  • Consultar a previsão do tempo

Uma das melhores fontes de navegação para os pilotos, é a previsão do tempo. É a partir dela, que pode-se prever as condições climáticas e assim programar o passeio em segurança. 

 

  • Certifique-se que o barco esteja com a manutenção em dia

Antes de iniciar qualquer navegação é imprescindível que o piloto certifique-se que o barco está com tudo em ordem – motores, geradores, bússola, combustível, entre outros equipamentos de navegação. 

 

  • Segurança a bordo

Mostre a todos os passageiros que estão a bordo, onde ficam os coletes salva-vidas, o kit de primeiros socorros, os extintores e outros itens de segurança. Peça também que permaneçam sentados sempre que o barco for sair ou parar em algum ponto.

 

  • Respeite o limite de velocidade e as leis de trânsito

Conforme já citamos, existem leis de trânsito na água e elas precisam ser respeitadas. Mantenha a velocidade adequada, principalmente quando estiver próximo a outras embarcações. Vale também ler o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (RIPEAM) e as normas da Capitania dos Portos de sua área de navegação.

 

  • Fique atento as outras embarcações

 

Você como piloto precisa estar atento a tudo a sua volta, desde respeitar o espaço dos banhistas, até manter a distância de grandes embarcações – dificilmente elas conseguem visualizar barcos pequenos devido a sua altura. E se avistar outras pequenas embarcações ou barcos de remo, passe em baixa velocidade perto deles, dependendo da força das ondulações pode até virar o outro barco.

 

 

Outra dica valiosa para uma boa navegação, é escolher uma embarcação de qualidade, que proporcione segurança ao seu passeio, assim como a FS Yachts, que segue todas as normas da construção naval, lhe oferece garantia e atendimento de forma exclusiva. 

Agora que você já sabe como cortar onda com barco pequeno e as principais dicas para uma boa navegação, ficou mais fácil navegar, não é mesmo? Se ainda restam dúvidas sobre o assunto, fale com quem entende do assunto – entre em contato com a nossa equipe.

Ar condicionado marinizado: saiba a diferença entre o ar condicionado residencial e um náutico

Compartilhe:

Nem as embarcações escapam dos dias quentes de verão, pelo contrário, o calor dentro dos barcos e lanchas costuma ser ainda maior. E a melhor solução para dias assim, é o famoso ar condicionado. Mas e como escolher o ar condicionado certo para essa finalidade? É o mesmo ar condicionado doméstico ou não? Se você tem dúvidas como essas, nós vamos te explicar tudo sobre o ar condicionado marinizado. 

 

Confira mais informações a seguir! 

 

A primeira questão que precisa ser respondida é: o ar condicionado doméstico é diferente do  ar condicionado marinizado? Sim, e muito. Existem diversos motivos para que cada um seja utilizado para sua devida finalidade, por exemplo: o ar condicionado doméstico não está preparado para suportar a vibração causada pelos movimentos das águas, muito menos preparado para suportar o efeito da maresia como o ar condicionado marinizado está.

 

Qual a diferença entre ar condicionado doméstico e ar condicionado marinizado?

 

A principal diferença está na forma de resfriar o gás comprimido dentro do aparelho. O ar condicionado marinizado tem um ciclo diferente do normal, que é feito com a água salgada (que faz o refrigeramento da condensadora), assim a capacidade de resfriamento é maior. 

 

Em questão de eficiência os dois tipos de aparelhos funcionam de forma igualitária em questão de tamanho dos ambientes que vão refrigerar. Quanto maior o espaço, maior precisa ser a potência do ar condicionado marinizado. Antes de escolher o produto, tudo isso precisa ser analisado: o espaço, a quantidade de janelas, até mesmo a cor do casco da embarcação precisa ser levada em conta, pelo fato dos cascos escuros reterem mais a incidência solar. 

 

Outra diferença entre os dois aparelhos é que o ar condicionado marinizado além de ser para resfriamento do local, ele também é utilizado para diminuir a umidade do ar, que é muito alta nas embarcações.

 

Se esses fatores não forem analisados na hora da compra, pode ser que venham acontecer falhas na utilização. O aparelho pode ficar fraco, pois forçará muito a sua capacidade, gastar mais energia do que deveria e ainda pode causar problemas técnicos. 

 

O que levar em conta ao instalar um ar condicionado marinizado?

 

Esse é um item que precisa realmente ser levado em consideração, pois a instalação é extremamente importante para que haja um bom funcionamento do aparelho. 

 

Hoje, grande parte das reclamações e problemas gerados nos aparelhos é devido a falta de preparo na hora de instalar. Por isso, o aparelho deve ser instalado seguindo todas as recomendações do fabricante e por uma empresa ou profissional especializados. 

 

O dono da embarcação deve ficar atento na hora da compra do produto. É importante verificar todos os sistemas presentes no ar condicionado marinizado e testar o bom funcionamento de cada um deles. 

 

Se todos estiverem funcionando corretamente, possivelmente qualquer problema que venha acontecer poderá ser algum defeito de fábrica, já que esse tipo de problema tende a aparecer assim que o aparelho é ligado.

 

Caso o usuário tenha a embarcação há mais tempo e queira instalar o equipamento de ar condicionado náutico, também é possível. E a dica de conferir o bom funcionamento após a instalação também é válida.  

 

O ar condicionado marinizado precisa de manutenção?

 

Sim! Assim como os demais aparelhos dessa categoria, eles precisam de manutenção preventiva e constante. Os fabricantes geralmente indicam limpar os filtros com água doce,  periodicamente, para mantê-los higienizados, garantindo a saúde respiratória de todos os usuários da embarcação. 

 

Mesmo com o ar condicionado devidamente instalado é preciso estar sempre prestando atenção ao equipamento, já que exige uma manutenção regular. A instalação do aparelho deve ser feita num local adequado que facilite o acesso do usuário para realizar a manutenção preventiva, como a limpeza do filtro. 

 

Se você gostou de ficar por dentro desse assunto e ainda quer saber mais sobre o mundo a bordo, é simples! Basta você seguir nossas redes sociais: Facebook e Instagram e conferir todas as novidades da FS Yachst. 

Geradores marinizados: entenda a importância de utilizar um gerador náutico de qualidade

Compartilhe:

O processo de compra e escolha de uma embarcação se torna empolgante. Na hora ficamos deslumbrados com as cores, os formatos, os modelos e tamanhos, mas existem muitos outros detalhes que precisam da nossa atenção, como, por exemplo, a qualidade do gerador náutico – afinal é ele que vai dar suporte para grande parte dos outros acessórios da embarcação.

 

Há um tempo atrás somente lanchas de grande porte faziam uso de geradores marinizados, mas, hoje em dia, ter uma fonte de energia segura e confiável se tornou um dos itens a serem avaliados por todos os usuários, por questão de segurança e  de produtividade.  

 

Para que você entenda em detalhes a importância dos geradores marinizados, que nós preparamos esse conteúdo. Acompanhe abaixo os diferenciais de investir num gerador náutico de qualidade. 

 

Por que investir nos geradores marinizados é uma boa alternativa? 

 

Os novos modelos de embarcações trazem cada vez mais acessórios e equipamentos que demandam de energia elétrica, que muitas das vezes as baterias não dão conta de suportar toda essa carga. 

 

Acessórios e equipamentos como microondas, fogão, ar condicionado, aquecedor de água, churrasqueira elétrica, geladeira. Um problema de falha na geração de energia pode se tornar caro e apresentar riscos, principalmente a bordo. 

 

No Brasil, os geradores marinizados podem ser encontrados de dois tipos: nacionais e importados. Uma das principais diferenças entre os modelos é que os nacionais costumam apresentar valor mais baixo que os importados. 

 

Por isso, é importante antes de adquirir o produto nacional, se informar bem sobre a rede de autorizados e buscar a opinião de pessoas de confiança que já tenham o equipamento, para avaliar se realmente vale pena. Afinal, geradores marinizados possuem um sistema relativamente complexo, que se não for de boa qualidade, trará muita dor de cabeça. 

 

Cada modelo é indicado para um tipo diferente de carga e de uso, para que assim possa atender todas as necessidades do usuário e da embarcação. Existem os geradores com base a combustível de gasolina e outros a  diesel (dos mais utilizados nas embarcações). 

 

Geradores marinizados são indicados para quais embarcações? 

 

Os geradores marinizados são indicados em embarcações a partir de 28 pés, em casos que a demanda dos equipamentos elétricos da embarcação for maior que 2kW. Acima disso, não é recomendado o uso de baterias e nem de geradores comuns, que não são adequados para essa finalidade.

 

Geralmente o equipamento é instalado no porão, onde é importante que seja realizado um isolamento acústico extra, fora o dele próprio, que servirá de proteção para o equipamento e também para o conforto do usuário. 

 

Cuidados com os geradores marinizados 

 

1. Instalação deve ser feita por profissionais 

 

Os geradores marinizados sempre devem ser instalados por profissionais especializados, para que eles possam escolher o melhor local para instalação, para montar o sistema de alimentação de combustível e energia elétrica, assim como a instalação do painel de controle do gerador. Além disso, ter o gerador já instalado na embarcação antes de sair da fábrica é ainda melhor. 

 

2. Manutenção periódica é indispensável 

 

Por ser um equipamento que contém componentes sensíveis e específicos, os geradores marinizados precisam de manutenção preventiva e regular,  para manter a boa funcionalidade, evitar falhas e prolongar a vida útil do mesmo. Assim como a instalação, a manutenção também deve ser realizada por profissionais qualificados.  

 

Existem alguns erros comuns na hora de instalar um gerador marinizado sem o auxílio de um profissional adequado. O principal erro é não calcular a potência máxima consumida por todos os equipamentos presentes na embarcação, sobrecarregando o gerador e podendo trazer complicações. 

 

Quando não calculada a potência máxima, outro erro comum é ligar todos os equipamentos elétricos,  sem se dar conta que o gerador não é capaz de suportar – justamente por falta de informação técnica. 

 

Bom, depois de entender um pouco mais sobre os geradores marinizados, podemos compreender a importância de utilizar um gerador náutico de qualidade nas embarcações – tanto pela questão de proteção dos usuários, quanto em questão de segurança da própria lancha. 

 

 

Por isso, na hora de escolher lembre-se de quem realmente entende do assunto e que pode ajudar a tirar todas as suas dúvidas – a FS Yachts. Siga nossas redes sociais e fique por dentro de mais assuntos como esse: Facebook e Instagram