Cabinada ou proa aberta: qual a lancha ideal para mim?

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Quando o assunto é o primeiro barco, é comum que exista uma série de questionamentos. E, na maioria das vezes, a principal das dúvidas diz respeito à lancha ideal para cada um. Por mais que se defina o tamanho desejado, a faixa de preço e os hábitos de uso, algumas outras características da embarcação podem fazer toda a diferença.

É exatamente aí que entra a pergunta: cabinada ou proa aberta? Para uma pessoa que está começando no mundo náutico, a questão pode, a princípio, até passar despercebida. No entanto, ela influenciará todos os aspectos da navegação, desde a quantidade de pessoas a bordo até o tempo de passeio.

Se você está querendo comprar o primeiro barco e ainda tem dúvidas sobre qual é a sua lancha ideal, o texto de hoje foi feito pensando em você! Ele aborda as principais diferenças entre lanchas de proa aberta e com cabines e qual é o recomendado para cada caso. Confira abaixo!

 

lancha ideal cabinada

 

A diferença entre cabinada e proa aberta

A dúvida entre lanchas cabinadas ou de proa aberta é recorrente em quem quer comprar um barco pequeno. Mais do que uma questão de design, a definição é importante porque afeta o tipo de passeio, quantidade de pessoas a bordo e autonomia.

 

Cabinada

Lanchas cabinadas são aquelas cujas proas são fechadas com uma cabine. Perfeita para viagens maiores, como de dias inteiros ou pernoites, elas também são mais confortáveis se o proprietário deseja levar filhos.

Este tipo de embarcação costuma ser a mais completa no quesito acomodações. Diferentes salas, suítes e cabines, sofás, camas, cozinhas, equipamentos de som, ar condicionado e tantos outros recursos dignos de casas são alguns exemplos do que está presente em cabinadas maiores.

Via de regra, quem busca uma embarcação cabinada de pequeno ou médio porte, como uma FS 215, FS 230 Scappare, FS 265 Element ou FS 290 Concept, por exemplo, são famílias com filhos que buscam espaços de conforto para usar o banheiro com privacidade, para se trocar, para um eventual pernoite e, principalmente, para acomodar os filhos quando se cansarem ou caso entre um mau tempo durante o passeio.

A integração de uma cabine com televisão e microondas, então, permite que se possa esquentar comida e acomodar as crianças por muito tempo a bordo, o que garante mais autonomia no passeio e mais segurança.

E, para completar, as lanchas cabinadas tem um diferencial que poucos notam: o espaço de proa não é perdido, pois acima da cabine há um enorme espaço com almofadas de proa onde as pessoas podem se deitar para tomar sol (com a embarcação parada).

 

lancha ideal cabinada 2

 

Proa aberta

Já estas são caracterizadas pela ausência de cabine na proa. Indo na direção contrária das cabinadas, as lanchas de proa aberta são uma ótima opção para passeios diurnos, sem a pretensão de pernoite no barco.

Como o local que nas cabinadas é atribuído à cabine fica livre, sem necessidade de escada para acessar a proa, as lanchas de proa aberta acabam sendo mais espaçosas. São perfeitas para quem quer acomodar um número maior de pessoas, seja para curtir uma volta em família ou festas com amigos.

Embarcações até 20, 21 pés de proa aberta geralmente não tem banheiro, mas a partir de 23 pés – como a FS 230 Sirena – já contam com banheiro com ducha e vigia.

 

lancha ideal proa aberta

 

A lancha ideal para quem está começando

Você pôde ver acima que a lancha ideal sempre dependerá primordialmente do uso que será feito dela. Como já citamos em outro texto, o tipo de navegação mais comum no Brasil é o de passeio diurno, em um dia do final de semana, saindo pela manhã e retornando no final da tarde.

É claro que nem todos se aplicam à regra, porém se esse for o seu caso, o indicado é que você invista em uma lancha de proa aberta. Se você vai navegar com família e filhos pequenos, ou pretende prolongar suas viagens e passar noites curtindo tudo que a embarcação tiver para oferecer, uma lancha cabinada pode ser uma opção interessante.

 

lancha ideal proa aberta 2

 

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Manter o barco em casa ou marina? Quais as vantagens de cada um?

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O local onde o barco fica guardado é responsável por atuar em diversos aspectos do seu uso. A frequência de utilização, a facilidade de transporte e as manutenções regulares, por exemplo, são variáveis que influenciam a rotina do proprietário e que são diretamente afetadas pela acomodação.  

Neste cenário, existem duas possibilidades comuns: casa ou marina. Dependendo do perfil do dono e do tamanho da embarcação, cada uma delas possui suas vantagens próprias. É fundamental analisar com calma, se possível até mesmo antes de adquirir a lancha, qual tipo de armazenamento é o mais adequado.

Para esclarecer as dúvidas mais recorrentes, trouxemos o texto de hoje. Nele, falaremos sobre as principais características e benefícios de manter um barco em casa ou marina. Cada uma das particularidades citadas pode fazer diferença ou não, cabendo julgamento por parte do dono. Saiba mais!

 

Vantagens de manter o barco em casa

A maior vantagem de se armazenar uma embarcação em casa é o baixo custo. A despesa com marina, via de regra, é a maior a se pagar para manter uma embarcação.

Enquanto deixar o barco em uma marina requer investimento, mantê-lo em casa não. Basta ter uma garagem ou um espaço sobrando no quintal, em seu rancho ou casa de praia.

 

Cuidados a serem tomados

No entanto, ao optar por deixar a embarcação em casa, a responsabilidade de todos os processos de rotina, principalmente o transporte até a rampa e a limpeza, passam a ser do proprietário, diferente de como seria em uma marina. É indispensável que certos cuidados sejam tomados periodicamente, entre eles:

  • adoçar o motor caso o barco seja utilizado em águas salgadas;
  • limpar o barco após todos os usos;
  • ligar o motor no mínimo uma vez a cada sete dias;
  • colocá-lo na água para rodar em alto giro pelo menos uma vez por mês;
  • cuidar com a operação de embarque e desembarque na rampa para não danificar o casco e a rabeta.

 

barco em casa

 

Vantagens de manter o barco em marina

Já os benefícios de uma marina se diferenciam pela ausência de preocupações. Apesar de requerer certo investimento, deixar o barco em uma marina traz muito conforto e comodidade, especialmente quando a marina oferece o serviço de limpeza.

Todos os cuidados periódicos que citamos anteriormente são feitos pelos funcionários, os quais deixam tudo pronto para que o dono possa fazer seus passeios sempre que quiser.

Graças a essas praticidades, as saídas são feitas com maior frequência. É só ligar e avisar que pretende sair e o barco estará pronto para partida. Na volta, as responsabilidades não existem: é só descer e ir embora, o resto fica por conta da marina.

 

Como escolher uma marina

Beleza, serviços extras e preço são alguns dos fatores vistos com mais relevância pela maioria na hora de escolher uma marina.

Ainda que a beleza indique qualidade, os serviços extras apresentem seus benefícios e o preço faça a marina caber ou não no orçamento, existem outras características tão importantes quanto e que devem ser levadas em consideração. Confira algumas delas:

  • local seguro, que conte com controle de acesso e seguranças;
  • funcionários preparados para as manutenções necessárias;
  • preço de acordo com a qualidade do local, seja ele mais alto ou mais baixo;
  • licenças ambientais e de funcionamento emitidas e em dia.

 

barco em marina

 

As duas opções de armazenamento contam com suas vantagens próprias, sendo que cada uma delas pode ser ideal para pessoas diferentes. Gostou do conteúdo de hoje? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a FS Yachts, estamos sempre prontos para atendê-lo!

Quanto combustível uma lancha consome em média?

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Você está pensando em comprar uma lancha. Já leu diversos artigos a respeito, pesquisou sobre os tamanhos e preços e está perto de decidir qual modelo é o mais recomendado para o seu caso. Porém, continua curioso sobre aqueles mitos náuticos como o de consumo de combustível? Leia mais abaixo.

 

O consumo de combustível de uma lancha

O consumo de combustível é uma constante, e por isso é preciso ter uma boa noção do quanto cada tipo de embarcação precisa em um passeio. Afinal, é de extrema importância ter um pouco de combustível a mais no tanque para garantir uma viagem segura, o que reforça a necessidade de conhecer pelo menos alguns destes números.

Vale frisar que, graças à existência de diferentes tipos e quantidades de motores e à variação de tamanhos de embarcações, o consumo varia. O mesmo motor em uma lancha de 23 pés e em uma de 26 pés não terá o mesmo rendimento, já que os tamanhos exigem forças diferentes.

Pensando nisso, hoje trouxemos dados de consumo referentes a lanchas de 18, 20, 21, 23, 26, 29, 32 e 36 pés. Para facilitar a comparação, consideramos motores a gasolina e diesel (nos motores centro-rabeta), em velocidade de cruzeiro (22 milhas por hora).

Todas as informações foram obtidas pelo site http://www.boat-fuel-economy.com/ e em testes realizados em embarcações FS Yachts. Confira:

 

 

  • 18 pés (motor de popa, gasolina)

 

A motorização mais comum destas lanchas é composta por um motor de popa de 90 ou 100 hp. O consumo médio destes motores é similar, consumindo cerca de 12.4 litros/h a 3.500rpm, com rendimento de 1.8 milhas/litro. Portanto, um passeio normal durante o dia, com 2 horas de motor ligado, consumirá cerca de 25 litros de gasolina.

 

lancha 18 pés

 

 

  • 20/21 pés (motor de popa, gasolina)

 

A motorização mais comum destas lanchas é composta por um motor de popa de 115hp. O consumo médio deste motor é de 14.1 litros/h a 3.500rpm, com rendimento de 1.6 milhas/litro. Portanto, um passeio normal consome 28 litros.

 

lancha 20 21 pés

 

 

  • 23 pés (motor centro-rabeta, gasolina)

 

A motorização habitual de lanchas deste tamanho é composta por um motor de centro-rabeta de 200hp, sendo o Mercury Mercruiser 4.5L 200hp V6 o mais comum, com a rabeta Alpha One (um hélice de Inox). Seu consumo médio é de 25 litros por hora, a 3.000rpm, com rendimento de aproximadamente 0,9 milhas por litro. Portanto, um passeio comum consome 50 litros de gasolina

 

 

  • 23 pés (motor centro-rabeta, diesel)

 

Caso prefira equipar sua lancha de 23 pés com o motor centro-rabeta a diesel, o mais indicado seria o Mercruiser QSD 2.0 170hp com rabeta Bravo Three. Seu consumo médio é de 13 litros/hora, a 2.500 rpm. O rendimento é de aproximadamente 1.7 milhas por litro. Portanto, um passeio comum consome 26 litros de óleo diesel.

 

lancha 23 pés

 

 

  • 26 pés (motor centro-rabeta, gasolina)

 

A motorização mais comum destas lanchas é composta por um motor centro-rabeta a gasolina de 250hp, sendo o Mercruiser 4.5L V6 250hp com rabeta Alpha One o mais comum. O consumo médio deste motor é de 30.6 litros/h a 3.500rpm, com rendimento de 0.7 milhas/litro. Portanto, um passeio normal consome 60 litros de gasolina.

 

 

  • 26 pés (motor centro-rabeta, diesel)

 

Caso prefira equipar sua lancha de 26 pés com o motor centro-rabeta a diesel, o mais indicado seria o Mercruiser QSD 2.8 220hp com rabeta Bravo Three. Seu consumo médio é de 22 litros/hora, a 3.000 rpm. O rendimento é de aproximadamente 1 milha por litro. Portanto, um passeio comum consome 44 litros de óleo diesel.

 

lancha 26 pés

 

 

  • 29 pés (motor centro-rabeta, gasolina)

 

A motorização mais comum destas lanchas é composta por um motor centro-rabeta a gasolina de 250hp, sendo o Mercruiser 4.5L V6 250hp com rabeta Bravo Three o mais comum, e o Mercruiser 6.2L 300hp V8 com Rabeta Bravo Three a opção mais potente, para alto desempenho.

O consumo médio do 250hp V6 é de 30.6 litros/h a 3.500rpm, com rendimento de 0.7 milhas/litro. O motor 300hp V8, no entanto, consome 37.5 litros/hora a 3.500rpm, mas entrega mais velocidade. Portanto, um passeio normal consome entre 60 a 75 litros de gasolina.

 

 

  • 29 pés (motor centro-rabeta, diesel)

 

Caso prefira equipar sua lancha de 29 pés com o motor centro-rabeta a diesel, o mais indicado seria o Mercruiser QSD 2.8 220hp com rabeta Bravo Three. Seu consumo médio é de 30 litros/hora, a 3.200 rpm. O rendimento é de aproximadamente 0,7 milha por litro. Portanto, um passeio comum consome 60 litros de óleo diesel.

 

lancha 29 pés

 

 

  • 32 pés (dois motores centro-rabeta, gasolina)

 

As lanchas acima de 30 pés geralmente são equipadas com dois motores centro-rabeta. No caso da FS 320, por exemplo, o conjunto mais comum a gasolina é a parelha Mercruiser 4.5L 250hp V6 com rabetas Bravo Three. O consumo médio de cada motor 250hp V6 é de 30.6 litros/h a 3.500rpm. O consumo total da lancha, portanto, vai ficar em 60 litros/hora. O rendimento fica em 0,37 milhas/litro. Portanto, um passeio normal consome 120 litros de gasolina.

 

 

  • 32 pés (dois motores centro-rabeta, diesel)

 

Caso prefira equipar sua lancha de 32 pés com motores centro-rabeta a diesel, o mais indicado seria a parelha Mercruiser QSD 2.8 220hp com rabeta Bravo Three. O consumo médio de cada motor é de 22 litros/hora, a 3.000 rpm, e portanto o consumo total fica em 44 litros/hora. O rendimento é de aproximadamente 0,5 milha por litro. Portanto, um passeio comum consome 88 litros de óleo diesel.

 

lancha 32 pés

 

 

  • 36 pés (dois motores centro-rabeta, gasolina)

 

As lanchas acima de 30 pés geralmente são equipadas com dois motores centro-rabeta. No caso da FS 360, por exemplo, o conjunto mais comum a gasolina é a parelha Mercruiser 6.2L 300hp V8 com rabetas Bravo Three. O consumo médio de cada motor 300hp V8 é de 37.5 litros/h a 3.500rpm. O consumo total da lancha, portanto, vai ficar em 75 litros/hora. O rendimento fica em 0,3 milhas/litro. Portanto, um passeio normal consome 150 litros de gasolina.

 

 

  • 36 pés (dois motores centro-rabeta, diesel)

 

Caso prefira equipar sua lancha de 36 pés com motores centro-rabeta a diesel, o mais indicado seria a parelha Mercruiser TDI V6 260HP DTS com rabeta Bravo Three. O consumo médio de cada motor é de 30 litros/hora, a 3.000 rpm, e portanto o consumo total fica em 60 litros/hora. O rendimento é de aproximadamente 0,37 milha por litro. Portanto, um passeio comum consome 120 litros de óleo diesel.

 

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Por que 6 em cada 10 lanchas no Brasil têm menos de 26 pés?

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O relatório da ACOBAR (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos)  mostrou que o número de embarcações de passeio e recreio no país é de aproximadamente 70.000, sendo que 83% delas eram lanchas. Uma informação complementar do mesmo relatório revelou que mais da metade desses barcos tinha até 26 pés.

lanchas brasil tamanho

Muitos são os fatores que influenciam a procura expressiva pelas lanchas menores, entre eles o preço e a praticidade. Por mais que barcos maiores sejam mais potentes e contem com mais instalações, muitas vezes não são a melhor opção pra maioria das pessoas. Entenda!

 

Barcos maiores são melhores?

Existe um senso comum de que o tamanho do barco é proporcional à sua qualidade. No entanto, dificilmente isso acontece. Como você sabe ou deve imaginar, grandes embarcações entregam mais conforto em situações específicas, mas também exigem cuidados redobrados.

Tome como exemplo: considerando que a sua intenção seja aproveitar passeios de final de semana, a facilidade de uso de uma lancha menor compensa. Embarcações com menos de 26 pés são muito mais fáceis de se  atracar e pilotar, além de acelerarem mais rápido e consumirem menos combustível.

 

Por que lanchas de até 26 pés podem ser a escolha ideal para você também?

Para que você entenda um pouco melhor outros aspectos (além da facilidade e da capacidade) de embarcações menores, nós trouxemos algumas das vantagens que elas apresentam em relação às grandes. Confira:

 

  1. Custo de manutenção

 

O tamanho dos barcos influencia diretamente o preço deles. Por vezes, pode ser tentador adquirir uma lancha maior usada pelo mesmo preço de uma nova menor. Para se ter uma ideia, você encontrará algumas opções de lanchas de 30 pés com 10 ou mais anos de uso pelo mesmo preço de uma FS 230 nova.

Porém preço da manutenção não será igual; continuará sendo aproximadamente o dobro do custo de manutenção de uma FS 230. A complexidade de manutenção acompanha o crescimento: quanto maior e com mais atributos a lancha for, mais equipamentos e espaços para cuidar.

lanchas manutenção

 

  1. Capacidade de pessoas

Outro fato que mostra como embarcações maiores não são necessariamente melhores é a capacidade. Enquanto um barco de 26 pés é homologado para levar 12 pessoas a bordo, uma de 64 pés (que é quase 3x mais comprida, 15x mais pesada e 30x mais cara) comporta somente 16 pessoas. Ou seja, o aumento no tamanho do barco não é proporcional à capacidade de pessoas.

lanchas capacidade

 

  1. Presença de marinheiro

Em embarcações com tamanho acima de 35 pés, é muito difícil sair sem um marinheiro. Devido ao tamanho do barco, é necessário auxílio para atracar, ancorar e realizar outras tarefas durante a navegação. Por isso, se você busca sair sem preocupações e com mais privacidade, talvez um barco menor lhe atenda melhor.

lanchas marinheiro

 

  1. Reboque

Lanchas de até 23 pés oferecem uma vantagem interessante: você pode rebocá-la em uma carreta rodoviária. Desta forma, você pode até mesmo guardar sua lancha em casa ou no rancho, economizando nos custos de marina, e colocando a embarcação para rodar em regiões que não tem marinas.

lanchas reboque

 

  1. Prática de esportes

Não podemos nos esquecer dos esportes aquáticos. Muitos proprietários de lanchas são adeptos deste tipo de atividade, estando entre as mais comuns wakeboard, esqui e bóia. É muito mais prático e barato fazer esportes em uma lancha menor, pois é mais rápido atingir a velocidade de planeio, consome menos combustível e a marola que a lancha gera é muito melhor para a prática.

lanchas esportes

 

  1. O uso da embarcação

É muito mais comum no Brasil se utilizar a lancha para passeio diurno. O típico passeio de barco é: saída até as 9h da manhã, churrasco a bordo no almoço, passeio e wakeboard à tarde, e retorno no final do dia. Essa rotina é favorecida por todas as características que citamos, tornando barcos de até 26 pés ideais para a maioria dos brasileiros.

Ainda que aconteçam, são mais raros os casos de pessoas que dormem a bordo e buscam mais opções de conforto, oferecidas por embarcações grandes, para pernoite.

lanchas uso

 

Está em dúvida?

Então, se você ainda não tem certeza se opta, por exemplo, por uma lancha de 23 pés nova ou uma 30 pés usada, considere o seguinte:

  • Vou usar somente durante o dia, ou pretendo dormir a bordo?
  • Vou levar quantas pessoas a bordo? Pretendo levar mais de 10 ou 12 pessoas sempre?
  • Qual vai ser meu destino mais comum? Pego muito mar aberto pra chegar lá ou é uma navegação mais tranquila?

Respondendo essas 3 perguntas, você saberá se realmente precisa de uma lancha maior que a média.

 

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Por que lanchas de qualidade desvalorizam menos que carros?

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Um fator que costuma pesar muito na hora de escolher entre várias lanchas a certa para comprar, além do preço, potência e capacidade, é a desvalorização que elas podem vir a sofrer. O receio de que elas percam muito valor com o passar dos anos chega a ser algo crucial na preferência por uma lancha nova ou usada.

Por exemplo, enquanto uma embarcação seminova é mais barata que uma nova, ela possui a desvantagem de já ter tido outro dono. Na prática, isso quer dizer que você nunca saberá exatamente se alguns cuidados foram tomados. Muitas pessoas consideram essas particularidades antes de efetuarem a compra do seu barco.

Contudo, há uma boa notícia para quem quer comprar uma lancha sem descartar a possibilidade de vendê-la após algum tempo: a desvalorização de lanchas com o passar dos anos é baixíssima, podendo ser até nula em alguns casos.

Como nós estamos mais acostumados com os números de preços de carros usados, essa informação pode causar certa descrença. Mas acredite, ela é verdadeira! E no texto de hoje nós explicaremos como e porque isso acontece. Então, se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura abaixo!

 

A diferença de preços entre carros e lanchas no Brasil e nos EUA

Buscando entender os números de desvalorização, precisamos comparar alguns preços. A comparação envolvendo lanchas e carros é válida pois ela sempre é capaz de dar uma maior perspectiva. Como você deve imaginar, carros comprados no Brasil são mais caros que nos Estados Unidos:

No Brasil, um BMW 320i 2018 custa R$169.900, nos EUA, U$34.900 = R$132.620 (28% mais caro aqui).

No Brasil, um Ford Fusion 2018 custa R$122.000, nos EUA, U$22.000 = R$83.000 (46% mais caro aqui).

No Brasil, um Porsche Cayenne custa R$432.000 , nos EUA, U$82.900 = 315.000 (37% mais caro aqui).

Porém, a tendência que se observa com lanchas mostra exatamente o contrário:

Enquanto a FS 180 custa aproximadamente 90 mil reais, uma similar americana custa aproximadamente 150 mil reais. (40% mais barato aqui).

Enquanto a FS 230 sai por aproximadamente 180 mil reais, uma similar americana custa cerca de 290 mil reais. (40% mais barato aqui).

Já a FS 290, que custa 350 mil reais, tem uma similar americana que sai por 570 mil. (40% mais barato aqui).

 

Por que isso acontece?

Enquanto carros são, em média, de 30 a 50% mais caros no Brasil, os barcos normalmente são 40% mais baratos. Isso se deve ao fato de a cultura náutica ainda ser muito nova e a construção de embarcações de passeio um segmento muito moderno no país.

Para se ter uma ideia, os primeiros fabricantes brasileiros surgiram na década de 1990, enquanto o primeiro estaleiro de passeio americano surgiu cerca de 100 anos antes.

Por mais que a diferença seja expressiva, antigamente ela era ainda maior. Há aproximadamente uma década, os barcos brasileiros custavam menos da metade de uma similar americana.

No entanto, à medida que o setor vêm se profissionalizando, os preços naturalmente sobem, pois as embarcações brasileiras vêm evoluindo em qualidade. Atualmente, existem 4 estaleiros brasileiros que fabricam embarcações de qualidade reconhecida mundialmente, sendo que a FS Yachts é um deles.

É esperado que estes valores venham a se equiparar nos próximos anos, visto que o preço de embarcações brasileiras de qualidade têm subido aproximadamente 15% ao ano.

 

A baixa desvalorização de lanchas de qualidade

Como os preços de lanchas brasileiras novas estão testemunhando esse crescimento de cerca de 15% ao ano, o preço das usadas não cai. A valorização das novas compensa a desvalorização das usadas.

Exatamente por isso que, por exemplo, clientes que adquiriram suas lanchas FS 230 há 5 anos conseguem vendê-las pelo mesmo preço que pagaram. Já quem for comprar uma nova, vai pagar por volta de 50% a mais que quem comprou cinco anos atrás.

 

Gostou do texto de hoje? Agora que você já entende como lanchas de qualidade podem ter desvalorização nula, conheça as lanchas da FS Yachts e veja como elas podem ser, além de lazer, um investimento!

Saiba quais são as 3 principais vantagens da aquisição de lanchas usadas

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Comprar uma lancha é um dos maiores sonhos de muita gente. E não é à toa, o lazer que uma embarcação proporciona realmente é uma das formas mais agradáveis de curtir a água. E para quem quer começar no mundo náutico, existe uma excelente opção: as lanchas usadas.

A princípio, embarcações seminovas podem parecer um negócio arriscado. Por não saber como ela foi cuidada pelo primeiro dono, é possível que o comprador fique com um pé atrás. No entanto, com a tomada de algumas precauções, a situação pode ser facilmente contornada.

Exatamente pensando em eliminar essa preocupação, o estaleiro FS Yachts oferece embarcações seminovas totalmente revisadas no próprio estaleiro.

Motor, rabeta, caixa de direção, timão, comando, casco e sistemas elétrico e hidráulico são os principais itens a serem conferidos antes de fechar um negócio. Cheque se cada um deles está com a aparência não afetada e, principalmente, funciona de maneira correta.

Caso tenha dúvidas ou não entenda tanto do assunto, leve na hora do teste alguém que possua esse conhecimento, seja esta pessoa um navegante experiente ou um profissional como um mecânico especializado em barcos.

Depois que todos os itens estiverem devidamente alinhados, as preocupações somem. É aí que você verá como comprar lanchas usadas é uma boa ideia. Para ilustrar melhor, trouxemos hoje as 3 principais vantagens de adquirir lanchas usadas. Saiba mais!

 

Primeiro barco

Para aqueles que estão interessados em entrarem no mundo náutico, lanchas usadas são uma ótima opção. Como o preço de uma embarcação nova é naturalmente mais alto, navegantes de primeira viagem que tenham medo de investir um pouco mais podem encontrar um meio termo seguro nos barcos que já passaram pela desvalorização inicial de uma lancha usada. Ou seja, é um investimento menor caso tenha receio de não gostar do mundo náutico (embora isso seja muito raro de acontecer).

 

Vida útil do motor

Essa também vale para iniciantes, porém não somente eles. Geralmente as lanchas seminovas são vendidas com muita vida útil ainda, diferente de carros.

Por exemplo, enquanto um motor de carro dura cerca de 150.000 a 200.000 km antes de ser necessário a retífica, e um carro usado com 5 anos de uso geralmente estará com no mínimo 80.000km, ou seja, mais da metade da vida útil da motor já foi utilizada.

Um motor marítimo dura aproximadamente 1.500 a 2.000 horas. Mas embarcações com 5 anos de uso geralmente tem entre 100 a 200 horas de uso, o que quer dizer que o motor ainda tem 90% de sua vida útil pela frente.

 

Acessórios extras

Comprar uma lancha nunca é comprar apenas a embarcação. A dinâmica da indústria náutica possibilita a instalação de diferentes acessórios, entre eles rádio VHF, GPS, âncora e material de salvatagem exigido pela Marinha, por exemplo.

Ao comprar uma lancha nova, é preciso separar um pedaço do orçamento para esses detalhes. Já no caso de lanchas usadas, a maioria já conta com todos esses equipamentos necessários pra rodar.

 

A FS Yachts também conta com lanchas usadas no catálogo. Se você gostou das vantagens apresentadas e está estudando a possibilidade de adquirir uma dessas, acesse nosso site e confira as lanchas seminovas em estoque!

Conheça 4 fatores que fazem os preços de lanchas variarem

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Lanchas são conhecidas por serem um tipo diferente de embarcação. Regularmente associadas ao luxo, são vistas por muitas pessoas como uma espécie de sonho distante. No entanto, a competição do mercado e o surgimento de necessidades diferentes por parte dos consumidores fez modelos diversos aparecerem, o que para muitos fez o sonho virar realidade.

Algumas das características de cada um desses modelos que surgiram os tornaram únicos, como o tamanho e a potência, por exemplo. E, como não podia ser diferente, cada um desses fatores influenciou os preços de lanchas. Hoje, é seguro dizer que existe um modelo de lancha ideal para cada navegante.

Para se ter uma ideia, os preços de lanchas da FS Yachts podem variar entre R$ 70 mil e R$ 1 milhão. Essa é uma diferença expressiva, o que mostra e prova como embarcações passaram a ser produtos destinados a todos os públicos, bastando apenas entusiasmo, vontade e organização.

Se você tem curiosidade em entender o porquê de tamanha diferença, o texto de hoje foi feito pensando em você! Nele trouxemos alguns detalhes sobre os 4 principais fatores responsáveis pela variação nos preços de lanchas. Para isso, usamos exemplos reais de modelos de lanchas FS. Confira!

 

Tamanho e peso

Começando com a razão mais aparente, temos o tamanho e o peso. Vale citar aqui que o peso é tão expressivo quanto o tamanho na diferenciação de valor. Somente o tamanho não justifica a diferença de preço.

Uma FS 180, por exemplo, mede pouco mais de 5 metros de comprimento, enquanto a FS 360 Allure mede 11m, um pouco mais que o dobro. Mas seu preço não é somente o dobro, e sim 10 vezes mais.

Essa diferença de preço se deve ao caráter tridimensional, ou seja, o barco não ganha só comprimento, mas também largura e altura, o que resulta em um peso muito maior. Enquanto a FS 180 pesa 500kg com motor, a FS 360 pesa 6.000kg equipada. Ou seja, a diferença de preço se torna muito mais coerente.

 

preços de lanchas

Capacidades

As capacidades, sejam de combustível, água doce, ou até mesmo de pessoas, são importantes responsáveis pela variação do preço de lanchas. Elas são capazes de determinar o quão longa uma viagem ou um passeio podem ser e quantos passageiros poderão ser levados.

Vamos tomar como exemplo as lanchas FS 205 e a FS 360 Allure. A primeira tem uma capacidade de combustível de 100 litros e abriga 8 pessoas (sendo 1 tripulante e 7 passageiros). Por sua vez, a última pode armazenar até 700 litros de combustível e acolher 14 pessoas (1 tripulante e 13 passageiros).

 

preços de lanchas

 

Motor

Possivelmente ainda mais relevante que os anteriores, o motor é que permite a locomoção da lancha. Ainda usando alguns exemplos, podemos notar algumas diferenças e entender o papel que ele tem nos preços.

Os motores variam em:

  • Potência
  • Tecnologia (2 ou 4 tempos)
  • Tipo de combustível (gasolina ou diesel)
  • Tipo de motor (popa ou centro-rabeta)
  • Quantidade de motores (um ou dois)

As lanchas FS180, FS205 e FS215, por exemplo, são equipadas com motores de popa, sempre à gasolina, que podem ser 2 ou 4 tempos, de 60 a 115hp.

As FS230, por sua vez, são equipadas com motores centro-rabeta, sempre 4 tempos, quase sempre à gasolina, de 200hp.

Já as grandes FS 320 Elite e FS 360 Allure são equipadas sempre com 2 motores centro-rabeta, 4 tempos, à Diesel ou Gasolina, totalizando entre 440hp a 600hp.

 

preços de lanchas

 

Instalações

Desenvolvidas com a intenção de aumentar o conforto e tornar os passeios mais agradáveis, as instalações são os itens que mais agregam valor e valorizam os preços de lanchas.

À medida que as embarcações crescem, ganham cômodos como banheiro, quartos, camas, cozinha e mais espaços que agregam ao conforto a bordo. A FS 290 Concept, por exemplo, possui cabine com cama de casal, sofá em U, cozinha com espaço para geladeira e microondas e banheiro com WC elétrico.

 

preços de lanchas

 

Como você pôde ver, os preços de lanchas são altamente variáveis graças a seus atributos únicos. Independente de qual seja a sua necessidade, a FS Yachts tem uma opção para você! Conheça os nossos modelos e não deixe de nos acompanhar nas redes sociais! A FS está no Facebook e no Instagram.

Entenda a importância da revisão periódica de uma lancha

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Qualquer pessoa que adquire uma lancha pensa nos momentos que irá aproveitar com ela. Seja em família, amigos ou até mesmo sozinho, a possibilidade dos mais diferentes passeios é atraente e costuma ser um diferencial. Porém, ser dono de uma embarcação exige alguns cuidados, entre eles a revisão periódica.

Manter uma lancha a princípio pode parecer uma tarefa cara. O fato de elas já terem naturalmente um valor elevado colabora com tal impressão. No entanto, dependendo do tipo de embarcação e da frequência de uso, a manutenção de lanchas pode sair mais em conta que a de carros, por exemplo.

A manutenção por meio de uma revisão periódica é fundamental quando se busca esse tipo de economia. Através dela, é possível identificar falhas menores que podem se transformar em enormes problemas. Quando esses problemas começam a se tornar reais graças à falta de prevenção, vem a necessidade de uma manutenção corretiva.

Em oposição à revisão periódica, essa correção de problemas significa um custo maior que poderia ter sido evitado. Logo, se você busca ter uma lancha, mantê-la ativa e ao mesmo não gastar muito, a revisão é indispensável.

Além disso, uma simples revisão periódica pode evitar o maior medo de boa parte das pessoas que andam de lancha: mau funcionamento em alto mar. Uma embarcação que ficou mais de um mês parada com a mesma gasolina no tanque pode apresentar perigos ao motor. É importante ficar atento a este tipo de detalhe para evitar situações preocupantes.

Para ajudar você, no texto de hoje, além de falar sobre a importância da revisão periódica, trouxemos algumas dicas práticas de passos para executar essa manutenção. Assim, você pode garantir passeios seguros e cuidar do seu barco ao mesmo tempo. Confira!

 

Motor

Os motores marítimos mais utilizados no brasil são motores Mercury, Yamaha, Evinrude (E-TEC) ou Volvo Penta, e cada motor possui um prazo específico de revisões programadas. Os motores Mercury, por exemplo, têm garantia de 3 anos, e suas revisões devem ser feitas de 100 em 100 horas de uso, ou 1 em 1 ano: o que vier antes (sendo a 1ª revisão com 50h ou 6 meses).

Além das manutenções periódicas, é essencial ligar o motor semanalmente e sempre retirar toda a água salgada dentro e fora após o uso. Ainda, independente das revisões periódicas, antes de sair certifique-se sempre que o comando, a direção e a hélice estão funcionando bem. Abra também a sala de máquinas e verifique se o motor está executando sua função normalmente.

 

revisão periódica

 

Acessórios Elétricos

Não há revisão periódica de itens elétricos, mas é importante testá-los constantemente para aferir se estão em pleno funcionamento e não te deixarão na mão quando precisar.

Antes de utilizar a embarcação, sempre teste todos os componentes elétricos e botões do painel:

• Bombas de porão
• Bomba de água doce
• Buzina
• Luzes de navegação
• Luzes internas
• GPS / Sonar
• Rádio VHF
• Guincho Elétrico
• Inversor e outros equipamentos elétricos

 

revisão periódica

 

Salvatagem e Atracação

Antes de colocar todos os passageiros a bordo, é importante que você verifique se todos os equipamentos de salvatagem estão na embarcação, como os coletes salva-vidas, bóia circular com cabo, extintor e outros equipamentos importantes em sua região. Verifique se os coletes salva-vidas permanecem na validade.

Além de todo o equipamento de salvatagem, é importante verificar se os itens de atracação: âncora, cabos e defensas estão todos a bordo e com seus respectivos cabos. Caso o guincho seja elétrico, não deixe de aferir o funcionamento e verificar se ele está bem apertado e a tecla funcionando normalmente.

 

revisão periódica

 

Hidráulica

É importante verificar os itens hidráulicos como mangueiras e conexões, além dos registros do vaso sanitário (que ficam abaixo da linha d’água).

 

revisão periódica

 

Baterias

As baterias de embarcações têm uma vida útil de 1 a 3 anos, dependendo de sua utilização. Verifique sempre no voltímetro do motor se a carga da bateria está sempre acima de 12.7v com o motor ligado, e se ela está carregando.

 

revisão periódica

 

Revise cada um destes itens citados acima e você estará fazendo o melhor para a conservação do seu barco e para a sua segurança.

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Comum ou aditivada: qual a melhor gasolina para o barco?

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Para contextualizar, é necessário apresentar um breve panorama sobre o mercado de gasolina para o barco no Brasil. Os 4 tipos à venda no País são: Podium, Premium, Comum Aditivada e Comum.

Por determinação da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – a gasolina brasileira sofre adição de 25% de álcool anidro, independente do tipo.

Segundo as distribuidoras, a gasolina tem uma vida útil de 60 dias após a adição do álcool, o que acontece na saída da refinaria. O tempo de transporte da refinaria até o posto somado ao tempo que leva para ser vendida ao consumidor final é de aproximadamente 30 dias.

Após esse tempo, a gasolina inicia um processo natural de oxidação, decantando parafinas (goma) que pode ocasionar acúmulo no sistema de alimentação do combustível.

O excesso de goma implicará em mau desempenho do motor. A oxidação derivada do álcool reagirá com metais, alguns tipos de plástico e juntas de borracha.

 

A Octanagem

Mundialmente, as gasolinas são classificadas de acordo com a octanagem. A octanagem é a propriedade de a gasolina resistir à compressão sem entrar em autoignição, que pode causar danos ao motor.

No Brasil, a octanagem da gasolina para o barco dos tipos comum e premium é equivalente a das gasolinas norte-americanas e europeias.

gasolina para o barco

 

As Gasolinas Comum e Comum Aditivada

As gasolinas comum e comum aditivada, em termos de octanagem, são iguais. Diferencia-se as duas gasolinas pela presença de um aditivo, detergente-dispersante, que promove a limpeza de todo o sistema por onde passa o combustível.

Por recomendação de especialistas em mecânica náutica, esse detergente presente na gasolina aditivada pode prejudicar mais do que ajudar, pois a presença do detergente dissolve e leva toda a sujeira presente da utilização comum do motor diretamente para o filtro de combustível, prejudicando o filtro e o funcionamento do motor.

Portanto, a gasolina aditivada nunca é indicada para uso em motores marítimos.

 

A Gasolina Podium

A gasolina podium também possui adição de detergentes e dispersantes, além de ter a maior octanagem no mercado mundial, superando – inclusive – as do tipo super premium europeias. Além disso, é considerada a mais limpa (menos impurezas) de todas pela baixa concentração de enxofre.

No entanto, na opinião dos especialistas, seu custo não compensa os benefícios em motores marítimos.

 

Qual a Melhor Gasolina?

Segundo especialistas em motores de barcos, a melhor gasolina para motores de embarcações é a gasolina comum, de boa procedência.

Em síntese, independente de seu motor, potência ou tecnologia, utilize sempre a gasolina comum, de boa procedência.

A questão mais importante, como você pode ver, não é o tipo de gasolina para o barco, e sim a manutenção deste. O mais importante é que o motor seja ligado semanalmente por no mínimo 30 minutos e que o tanque seja mantido sempre o mais vazio possível quando parado para evitar o envelhecimento do combustível. Desta forma, dificilmente você terá um problema devido à combustível em sua embarcação.

 

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Como garantir uma navegação segura e tranquila para sua família

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Se você possui seu próprio barco, é provável que goste de curtir uma diversão diferenciada. Uma atividade muito boa é levar toda a família para um passeio, o que é capaz de entreter a todos e ainda fortalecer laços. No entanto, para garantir o programa e evitar problemas, alguns cuidados visando uma navegação segura são necessários.

Exatamente como nos casos automotivos e aéreos, veículos marítimos precisam seguir diferentes normas e orientações. Essas regras dizem respeito a preferências de certos veículos em relação a outros, sinalizações, manobras e áreas. É principalmente seguindo esse tipo de instruções que a navegação segura se torna algo possível.

Pensando nisso, no texto de hoje trouxemos algumas dicas de como garantir uma navegação segura. Assim, você e sua família poderão aproveitar o tempo juntos sem correrem riscos. Portanto planeje a viagem, reúna todo mundo e aproveite!

 

Sinalização

As sinalizações são métodos usados para possibilitar a comunicação entre embarcações. É de extrema importância que sejam seguidas à risca, só assim certificando uma navegação segura. Luzes e sinais sonoros são os mais utilizados, sendo que:

Existem basicamente 7 tipos de luzes para fins diversos: luz intermitente, luz intermitente especial, luz de mastro, luz de alcance, luz circular, luz de reboque e luzes de bordo. Diferentes luzes podem ter diferentes cores, variando entre brancas, vermelhas, verdes e amarelas. As combinações são usadas para transmitir determinadas mensagens.

Há a opção também dos sinais sonoros, através do uso de um apito. A duração dos sons é dividida em curta (cerca de 1 segundo) ou longa (entre 4 e 6 segundos). Assim como no caso das luzes, a combinação de sinais curtos e longos transmite diferentes mensagens na hora de executar manobras. Por exemplo, dois apitos longos e um curto significa “quero ultrapassá-lo pelo seu boreste”.

 

Manobras

Todas as manobras executadas por qualquer embarcação devem seguir regulamento estabelecido pela Marinha do Brasil. Este regulamento é o RIPEAM (Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamentos no Mar).

Um dos casos mais comuns descritos pelo regulamento é o de barcos em rumos cruzados com possibilidade de colisão. Utilizando sinalização e comunicação clara, a embarcação que visualizar a outra por estibordo deve antecipadamente se afastar e evitar a sua proa.

Outro caso frequente descrito pelo RIPEAM é o de duas embarcações que se aproximam com risco de batidas em rumos opostos. Em situações como esta, cada navegador é instruído a guinar para boreste, usando a sinalização verde, e, logo em seguida, realizar passagem por bombordo um do outro.

 

Orientações gerais

Alguns outros cuidados, que não dizem respeito a situações específicas, também precisam ser tomados para assegurar uma navegação segura. Por exemplo, todas as embarcações devem respeitar o limite de passageiros, além de ter essa informação disponível em um local de visibilidade facilitada.

Mais uma regra que se aplica a todas as situações é o limite de trânsito em relação à praia. Para evitar acidentes com banhistas, nenhum barco pode navegar em áreas de até 200 metros das praias.

Por último, mas não menos importante, tenha certeza de que sua embarcação possua coletes salva-vidas suficientes para todos os passageiros. É fundamental também que você ensine como utilizá-los corretamente. Pessoas de faixa etária menor que 12 anos e maior que 65 anos são prioridade e devem usá-los obrigatoriamente.

 

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